Você só pode ter um relacionamento feliz quando você está feliz em si mesmo. Indivíduos com problemas não fazem relacionamentos felizes. Você está realmente pronto para um relacionamento? Você precisa consertar sua vida antes de tentar ter sucesso com outra pessoa?
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quarta-feira, 2 de março de 2011
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Viver como as flores...
- Mestre, queria lhe perguntar algo: como faço para não me aborrecer com as pessoas? Algumas falam demais, outras são ignorantes. Algumas são indiferentes. Sinto ódio das que são mentirosas e sofro com as que caluniam.
- Pois viva como as flores – advertiu o mestre.
- Como é viver como as flores? – perguntou o discípulo.
- Repare nestas flores – continuou o mestre, apontando os lírios que cresciam no jardim. – Elas nascem no esterco, entretanto são puras e perfumadas. Extraem do adubo malcheiroso tudo que lhes é útil e saudável, mas não permitem que o azedume da terra manche o frescor de suas pétalas. É justo que você se angustie com as próprias culpas, mas não é sábio permitir que os vícios dos outros o importunem.
Os defeitos deles são deles, e não seus. Se não são seus, não há razão para aborrecimentos. Exercitar, pois, a virtude é rejeitar todo mal que vem de fora. Isso é viver como as flores.
Você não precisa focar nos erros alheios, justificando assim sua insatisfação com a vida e as circunstâncias. Tire a boa parte do adubo que chega até você! Seja uma flor cujo aroma é agradável aos que estão ao seu redor. Exale esse aroma. Não deixe que o foco esteja no adubo.
- Pois viva como as flores – advertiu o mestre.
- Como é viver como as flores? – perguntou o discípulo.
- Repare nestas flores – continuou o mestre, apontando os lírios que cresciam no jardim. – Elas nascem no esterco, entretanto são puras e perfumadas. Extraem do adubo malcheiroso tudo que lhes é útil e saudável, mas não permitem que o azedume da terra manche o frescor de suas pétalas. É justo que você se angustie com as próprias culpas, mas não é sábio permitir que os vícios dos outros o importunem.
Os defeitos deles são deles, e não seus. Se não são seus, não há razão para aborrecimentos. Exercitar, pois, a virtude é rejeitar todo mal que vem de fora. Isso é viver como as flores.
Você não precisa focar nos erros alheios, justificando assim sua insatisfação com a vida e as circunstâncias. Tire a boa parte do adubo que chega até você! Seja uma flor cujo aroma é agradável aos que estão ao seu redor. Exale esse aroma. Não deixe que o foco esteja no adubo.







