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    segunda-feira, 23 de maio de 2011

    Síndrome do coração partido - Como superar uma decepção ou a perda de um amor?

    Como se reabilitar de uma decepção ou da perda de um amor


    Quem nunca teve a impressão de que o coração estava literalmente partido diante da perda de um amor ou de uma decepção amorosa? Saiba que não é só impressão. Segundo a medicina, o coração realmente sofre, e muito, quando acabamos um relacionamento ou perdemos um ente querido, por exemplo. Essa dor não é apenas uma metáfora, simbólica, é sentida e pode trazer riscos à saúde física. É a chamada Síndrome do coração partido. Mas o que exatamente significa isso e quais são os sintomas?
    “A Síndrome do coração partido, ou Takotsubo, foi descrita por pesquisadores japoneses no início da década de 90. É uma cardiopatia induzida pelo estresse, depois de emoções intensas, onde o coração apresenta movimento anormal da parede do ventrículo esquerdo (principal câmara cardíaca que ejeta sangue para todo o organismo), levando a sintomas semelhantes aos do infarto e com características transitórias. É temporária e reversível”, diz o cardiologista Hélio Castello, da Angiocardio, em São Paulo.
    Sintomas
     “São semelhantes ao infarto do miocárdio, com dor no peito, falta de ar e alterações do eletrocardiograma. Apenas 20% podem evoluir de forma grave e uma vez revertido o quadro, não há sequelas ao coração”, afirma Castello.
    Outras emoções negativas também corroboram para a evolução de doenças cardíacas. “O estresse emocional é um fator de risco para desencadear crises de doenças cardiovasculares, com pioras clínicas, pois pode levar ao aumento dos níveis de pressão arterial, a uma maior chance de desencadear arritmias e contrição dos vasos, levando a menor oxigenação dos órgãos. Dessa forma, o estresse deve ser controlado com medidas que propiciem melhores condições de saúde e um estilo de vida mais saudável”, salienta o médico.
    Vivenciando a dor
    Se do ponto de vista clínico a decepção faz mal ao coração, do ponto de vista psicológico também. Mas de que forma podemos nos curar de uma decepção amorosa?  Silmar Coelho, doutor em psicologia e liderança pela Universidade de Tulsa, nos Estados Unidos, aconselha a refletir sobre essa dor e entender que a experiência deve ser olhada pelo lado positivo. “É importante refletir sobre o fim de um relacionamento, não ver apenas o lado negativo, mas tirar lições dali que possam acrescentar. Também é importante conversar com alguém que possa dar conselhos plausíveis e continuar com o coração aberto para um novo relacionamento”, explica.
    Outro ponto que deve ser levado em consideração, segundo o psicólogo, é nunca começar um relacionamento se ainda não se livrou de mágoas e decepções do passado. “Nunca se deve iniciar uma nova relação com assuntos inacabados. Quem está magoado precisa se curar e perdoar antes de partir para um novo relacionamento”.  E para quem foi tão magoado e fechou-se para o amor ele aconselha: “Amar é sempre melhor do que não amar. Quem se fecha para a vida acaba doente em todos os sentidos.”
    Dando a volta por cima
    Mas será que dá pra sair de um relacionamento sem sofrer tanto? Como colocar em prática a frase sacudir a poeira e dar a volta por cima? “Em primeiro lugar, perdoando, não guardando rancor ou amargura, encarando o acontecido como algo normal, que a dor faz parte da vida. Mas não é preciso carregá-la para sempre, não se sentido culpado nem diminuindo a sua autoestima”, finaliza Coelho.
    “Achei que fosse morrer"
    Cris, 26 anos, profissional de Marketing que prefere não ter o seu sobrenome revelado, relata uma decepção que sofreu e como deu a volta por cima:
    “Estava tudo pronto para nos casarmos. Eu achava que ele era o homem da minha vida. Nos conhecíamos desde criança, foi meu namorado desde a adolescência. Ficamos 7 anos juntos. Pouco tempo antes do casamento, ele colocou um ponto final em nosso compromisso. Só pelo fato de terminar o noivado já foi um grande baque pra mim. E quando descobri então que ele tinha outra pessoa, que estava grávida dele, achei que fosse morrer.
    Sofri muito. Tive várias crises de choro. Cheguei a me achar a última pessoa da face da Terra. Fora os sentimentos que entravam em conflito: era uma saudade intensa, um amor que não tinha fim, uma decepção muito grande e uma dor terrível. Achava que meu coração não fosse aguentar.
    Demorou muito, mas depois de um tempo, melhorei. Me voltei para Deus, busquei a minha cura através da fé e hoje, 3 anos depois, estou conhecendo uma outra pessoa e, graças a Deus, estou livre do passado. Sozinha eu sei que não conseguiria me livrar dessa decepção. Foi com muito choro, mas, principalmente, com força de vontade e muita oração, que consegui me recuperar.

    quinta-feira, 31 de março de 2011

    Quem você pensa QUE É para QUE Deus deva ouvi-lo?


    Quem é você entre bilhões de seres humanos? Por que alguém deveria prestar atenção em você ou notá-lo? Por que Deus o deveria? Milhares de orações são feitas a cada minuto. Por que a sua deveria ser respondida?
     
    Atenção. Conseguir chamar atenção. Ser notado. Nós todos queremos isso, mas não é fácil.

    A boa notícia é que temos um grande exemplo bem aqui, em nossos corpos, de exatamente como isso funciona.

    O corpo humano é composto de milhares de partes diferentes, grandes e pequenas - olhos, pés, unhas, dentes, pele, cabelo, etc. Com tanta coisa acontecendo em seu corpo ao mesmo tempo, em todas as suas milhares de partes diferentes, como uma delas pode chamar sua atenção? Se uma parte do seu corpo necessita da atenção de sua cabeça, o que pode fazer para ser notada e atendida?

    A maneira mais rápida e mais segura, é através da dor.

    A dor é o sinal de que seu corpo envia para a sua cabeça para conseguir sua atenção. "Há algo acontecendo aqui, é melhor você dar atenção à isso."

    Não importa quão pequena e aparentemente insignificante é a parte do corpo - se há dor ali, a mensagem é enviada diretamente à cabeça. Quer uma prova? Arranque um fio de cabelo da sua cabeça ou do seu braço. Qual é a importância que esse simples fio de cabelo tem em seu corpo, comparado com o resto? Não muito. Mas, mesmo assim, quando você o arranca, a picada que sente envia a mensagem à sua cabeça e exige atenção da mesma.

    Da mesma forma, você pode ser apenas um entre bilhões de seres humanos, mas quando você age a sua fé em quem é Jesus, você se torna parte do seu corpo, onde Ele é a cabeça. Isso em si já é grande, mas é apenas o primeiro passo para conseguir atenção. Você ainda é um entre muitos.

    Agora que você é uma parte do Corpo, você tem uma conexão direta com A Cabeça. Se precisar de ajuda, a atenção imediata da Cabeça, você sabe o que tem que fazer. Você tem que enviar o sinal. Esse sinal é a dor, mas nós o chamamos de sacrifício - algo que você faz por causa de sua fé em Deus que lhe causa dor.

    Fé sem sacrifício, fé que não seja inconveniente para você, a fé que não sente dor está morta. Se uma parte do seu corpo está morta ou dormente, não sente dor, e é inútil. Você pode até machucá-la, mas a mesma não envia sinal ao cérebro. Assim é a fé sem sacrifício - não diz nada, não faz nada, não significa nada e não ganha nada.

    Jejum, oração, dízimos, ofertas, perdão, ajudar os outros, a obediência, a abnegação, o auto-controle, atos inesperados e ousados de dar mais, além de uma série de outros deveres cristãos, nada mais são do que expressões diferentes de sacrifício. Desagradáveis como são para os nossos egos e nossa complacente vontade humana, se queremos a atenção de Deus, e rápido, não importa quem somos nós - é melhor começar a enviar os sinais certos.
     
    É o que você faz que determina quem você é e se você merece atenção.

    P.S. Ah, o mesmo princípio se aplica não apenas a chamar a atenção de Deus, mas também daqueles que são importantes à você.

    Por Bispo Renato Cardoso.

    quinta-feira, 3 de março de 2011

    Uma história de amor (Aprenda com isso e não jogue fora as oportunidades de amar)

     FOTOS DE UMA HISTÓRIA DE AMOR!!!


    A moça desta foto se chama Katie Kirkpatrick, e tem 21 anos. Ao lado dela está seu noivo Nick de 23 anos..
    A foto foi tirada pouco antes da cerimônia de casamento dos dois, realizada em 11 de janeiro de 2005, nos EUA.
    Katie tem câncer em estado terminal e passa horas por dia recebendo medicação.
    Na foto Nick aguarda o término de mais uma de suas sessões.

    Apesar de sentir muita dor, de vários órgãos esteram apresentando falências e de ter que recorrer à morfina,

    Katie levou adiante o casamento e fez questão de cuidar de todos os detalhes.
    O vestido teve que ser ajustado várias vezes, pois Katie perde peso todos os dias devido ao câncer.

    Um acessório inusitado na festa foi o tubo de oxigênio usado por Katie.
    Ele acompanhou a noiva em toda a cerimônia e na festa também.

    O outro casal da foto são os pais de Nick, emocionados com o casamento do filho com a mulher que ele foi namorado desde a adolescência.

    Katie, sentada em uma cadeira de rodas e com o tubo de oxigênio,
    escutando o marido e os amigos cantando para ela.

    No meio da festa, Katie pára para descansar um pouco.
    A dor a impede de ficar em pé por muito tempo.

    Katie morreu 5 dias depois do casamento.

    Ver uma mulher tão debilitada vestida de noiva e com um sorriso nos lábios nos faz pensar...

    a felicidade sempre está ao alcance, dure enquanto dure, por isso devemos deixar de complicar nossas vidas...

    A vida é curta, por isso:

    Trabalhe como se fosse seu primeiro dia
    perdoe rapidamente
    beije demoradamente, ame verdadeiramente
    ría incontrolavelmente
    e nunca deixe de sorrir
    por mas estranho que seja o motivo.
    A vida pode não ser a festa que esperamos
    mas enquanto estamos aqui, devemos sorrir e agradecer...
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