Mostrando postagens com marcador História. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador História. Mostrar todas as postagens
terça-feira, 26 de julho de 2011
terça-feira, 21 de junho de 2011
História - O bambu chinês
Depois de plantada a semente deste incrível arbusto, não se vê nada, absolutamente nada, por 4 anos exceto o lento desabrochar de um diminuto broto, a partir do bulbo.
Durante 4 anos, todo o crescimento é subterrâneo, numa maciça e fibrosa estrutura de raiz, que se estende vertical e horizontalmente pela terra.
Mas então, no quinto ano, o bambu chinês cresce, até atingir 24 metros”.
Covey escreveu: “Muitas coisas na vida (pessoal e profissional) são iguais ao bambu chinês.”
Você trabalha, investe tempo e esforço, faz tudo o que pode para nutrir seu crescimento, e as vezes não se vê nada por semanas, meses ou mesmo anos. Mas, se tiver paciência para continuar trabalhando e nutrindo, o “quinto ano” chegará e o crescimento e a mudança que se processam o deixarão espantado.
O bambu chinês mostra que não podemos desistir fácil das coisas... Em nossos trabalhos, especialmente projetos que envolvem mudanças de comportamento, cultura e sensibilização para ações novas, devemos nos lembrar do bambu chinês para não desistirmos fácil frente às dificuldades que surgem e que são muitas...
terça-feira, 7 de junho de 2011
Enquanto o amor não vem
Indo contra a modernidade, alguns solteiros abominam o "ficar" e dizem o que fazem enquanto esperam pelo amor de suas vidas
Enquanto a sociedade apregoa que o que está na moda é "ficar" e de preferência com várias pessoas ao mesmo tempo, sem criar nenhum tipo de vínculo, há aqueles, como dos relatos abaixo, que estão em busca de um compromisso e contam como lidam com a solidão e o que fazem para manter a autoestima elevada enquanto o amor não vem.
O que fazer enquanto se espera pelo amor de sua vida?
“Muita gente diz que o namoro convencional foi deixado de lado, mas estou em busca de um relacionamento sério. Quero namorar, noivar, casar, tudo como manda o figurino”, diz L.S., de 39 anos.
Ela conta que está divorciada há 5 anos e ficou eufórica quando ouviu os primeiros acordes da liberdade. “Sofri muito com o término do meu casamento e achei que seria fácil encontrar alguém. Mas só colecionei frustrações. Me envolvi com várias pessoas e foi uma decepção atrás da outra. Estava me sentindo carente, solitária e me envolvia sem ao menos conhecer a pessoa e pulava etapas. Há 6 meses decidi que ficaria um tempo sozinha e passei a cuidar mais da minha vida espiritual, me fortalecer emocionalmente. Muitos foram contra a minha decisão, mas me mantive firme. Hoje, estou mais forte em todos os sentidos, tenho mudado bastante e quando tiver um novo relacionamento sei que será diferente. Aprendi que esse negócio de ficar primeiro para ver se tem a chamada química, nem pensar, pois quem pratica o “ficar”, fica só no final.
Enquanto espero por um amor, tenho feito ginástica, cursos, cuidado de mim em todos os sentidos, para que quando a pessoa que Deus tem preparada para mim chegar, me encontre linda, feliz e abençoada. Por ter entregado a minha vida na mão de Deus e tomado essa decisão de esperar, já me livrei de várias roubadas. Em outras ocasiões eu teria deixado as minhas emoções me dominarem. Mas estou muito bem, quero encontrar uma pessoa especial. E o meu conselho para quem está sozinha é: se ame, esteja sempre sorrindo, feliz, afinal ninguém vai querer namorar com uma pessoa que vive triste e cheia de problemas. Se cuide em todos os sentidos, enquanto a pessoa amada não chega e não retarde o encontro com a pessoa que Deus preparou para você se envolvendo com qualquer um ”.
Queremos um amor antigo, mas temos vergonha de admitir
Depois de vários relacionamentos frustrados a atriz Suellen Slindvain, de 28 anos, diz que resolveu ficar sozinha e acredita que a pessoa tem que estar bem estruturada para se manter “sozinha”, principalmente no mundo atual, onde os relacionamentos estão sendo descartáveis. “Por mais dolorido que pareça, estar sozinha só me fez crescer e me conhecer melhor. Cansei de ficar por ficar, porque depois só ficava mesmo a solidão e expectativas não correspondidas. Passei a ter um ideal. E quando temos um ideal não nos envolvemos com qualquer um. Eu quero um relacionamento sério, mas isso se torna a cada dia mais difícil, porque, com a evolução do mundo, as pessoas se esqueceram de separar as coisas dentro coração. Não precisamos ser duros com nós mesmos, para mostrar independência, força ou algo do tipo.
Já ouvi por várias vezes pessoas dizerem que casar é antigo, que desejar ficar velhinho ao lado de um grande amor está fora dos padrões. Esses novos conceitos têm confundido demais as pessoas e nos tornado cada dia mais carentes de afeto verdadeiro e com medos que nunca deveriam existir. Afinal, cadê os seres evoluídos em que nos tornamos ? Cadê as pessoas independentes e de personalidades bem formadas? Na verdade, ainda acreditamos no amor e queremos ser iguais aos nossos avós, que até hoje passeiam pelo parque de mãos dadas. Queremos sim um amor antigo, igual ao dos nossos avós, mas temos vergonha de admitir”.
Amar e ser amado
“Essa bandeira da liberdade que todos nós hasteamos é só para não nos sentirmos excluídos ou sermos tachados de antiquados”, diz Marcelo, de 30 anos, que prefere não ter o sobrenome revelado. Ele conta que depois que terminou um relacionamento de 5 anos preferiu curtir a solteirice. “No início foi muito bom. Cada dia ficava com uma garota diferente, mas um dia me senti extremamente sozinho e pensei: ‘O que estou fazendo com a minha vida?’
Sei que as mulheres reclamam muito dos homens, mas muitos homens também querem um relacionamento sério. E é isso também que quero para a minha vida e estou disposto a esperar e agir diferente nos próximos relacionamentos, com o propósito de construir uma linda história de amor, uma família. Para tanto, mudei o meu roteiro. Nada mais de baladas, de ficar até tarde na rua. Meus amigos até questionaram se eu estava bem. Por que sair a noite e não ficar com alguém? Hoje, mais do que quantidade, tenho optado por qualidade. Dei um tempo para mim mesmo, e tenho pedido a Deus que me mande uma pessoa especial. E só vou namorar quando tiver a certeza de que aquela é a pessoa certa para mim”, finaliza.
Fonte: Arca Universal
Marcadores:
amigos,
Amor,
Arca Universal,
ficar,
História,
Homens,
mordernidade,
Mulheres,
Namoro,
pessoa,
Vida sentimental
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Um ato impensado
Um belo dia de sol, Sr. Mário, um velho caminhoneiro, chega em casa depois de 20 longos anos de trabalho e, todo orgulhoso, chama sua esposa para ver seu lindo caminhão, o primeiro que conseguira comprar após todos aqueles anos de sufoco, e a partir daquele dia, seria seu próprio patrão.
Ao chegar à porta de sua casa, encontra seu filhinho de 6 anos, martelando alegremente a lataria do reluzente caminhão. Irado, aos berros pergunta o que o filho estava fazendo e, sem hesitar, no meio de seu furor, martela impiedosamente as mãos do filho, que se põe a chorar sem entender o que estava acontecendo.
A mulher do caminhoneiro, corre em socorro do filho, mas pouco pôde fazer. Chorando junto ao filho consegue trazer o marido à realidade e, juntos o levam ao hospital, para fazer um curativo nos machucados provocados.
Passada várias horas de cirurgia, o médico desconsolado, bastante abatido, chama os pais e informa que as dilacerações foram de tão grande extensão, que todos os dedos da criança tiveram que ser amputados, mas que de resto o menino era forte e tinha resistido bem
ao ato cirúrgico, devendo os pais aguardá-lo acordar no quarto.
Ao acordar, o menino foi só sorrisos e disse ao pai:
- Papai, me desculpe, eu só queria consertar seu caminhão, como você me ensinou outro dia. Não fique bravo comigo!
O pai enternecido, disse que não tinha mais importância, que já nem estava mais bravo e que não havia estragado a lataria do seu caminhão.
O menino com os olhos radiantes perguntou:
- Quer dizer que não está mais bravo comigo?
- Não! - respondeu o pai.
- Se estou perdoado papai, quando meus dedinhos vão nascer de novo?
Apesar de forte, esta história tem cunho muito real, porque na hora do ímpeto, machucamos profundamente quem amamos, e em muitas das vezes não podemos mais "sarar" a ferida que deixamos.
Assim espero que ao lerem, fiquem impressionados como fiquei. Pensem em suas atitudes e reflitam para ver o quanto têm sido impetuosos e, se for possível, mudem suas atitudes a fim de evitar os danos irreversíveis de seus atos.
Ao chegar à porta de sua casa, encontra seu filhinho de 6 anos, martelando alegremente a lataria do reluzente caminhão. Irado, aos berros pergunta o que o filho estava fazendo e, sem hesitar, no meio de seu furor, martela impiedosamente as mãos do filho, que se põe a chorar sem entender o que estava acontecendo.
A mulher do caminhoneiro, corre em socorro do filho, mas pouco pôde fazer. Chorando junto ao filho consegue trazer o marido à realidade e, juntos o levam ao hospital, para fazer um curativo nos machucados provocados.
Passada várias horas de cirurgia, o médico desconsolado, bastante abatido, chama os pais e informa que as dilacerações foram de tão grande extensão, que todos os dedos da criança tiveram que ser amputados, mas que de resto o menino era forte e tinha resistido bem
ao ato cirúrgico, devendo os pais aguardá-lo acordar no quarto.
Ao acordar, o menino foi só sorrisos e disse ao pai:
- Papai, me desculpe, eu só queria consertar seu caminhão, como você me ensinou outro dia. Não fique bravo comigo!
O pai enternecido, disse que não tinha mais importância, que já nem estava mais bravo e que não havia estragado a lataria do seu caminhão.
O menino com os olhos radiantes perguntou:
- Quer dizer que não está mais bravo comigo?
- Não! - respondeu o pai.
- Se estou perdoado papai, quando meus dedinhos vão nascer de novo?
Apesar de forte, esta história tem cunho muito real, porque na hora do ímpeto, machucamos profundamente quem amamos, e em muitas das vezes não podemos mais "sarar" a ferida que deixamos.
Assim espero que ao lerem, fiquem impressionados como fiquei. Pensem em suas atitudes e reflitam para ver o quanto têm sido impetuosos e, se for possível, mudem suas atitudes a fim de evitar os danos irreversíveis de seus atos.
terça-feira, 3 de maio de 2011
Colgate: a história de um dizimista fiel
Recebi o link do vídeo abaixo e achei interessante publicar. É a história do dono da Colgate que há 200 anos atrás fez um voto com Deus e se tornou dizimista. Assista e comente:
Fonte: Vai Arrebentar
Fonte: Vai Arrebentar
Marcadores:
Colgate,
Dizimista,
História,
Testemunho,
Video
sábado, 30 de abril de 2011
Como Foi o Nascimento da Igreja Universal – por Marcelo Crivella
Em um mundo injusto com tantas desigualdades, só a fé é capaz de garantir a vida. Sem ela somos atormentados por dúvidas e temores, hesitantes, um sal sem sabor; uma nuvem sem água, vagando pelos céus; uma onda do mar levada pelos ventos; um morto vivo.
Naturalmente a fé causa uma revolta contra isso tudo e constrói com sacrifício a vitória derradeira. Esse caminho estreito e apertado foi o que Deus traçou para o surgimento da Igreja Universal.
O bispo Macedo quando jovem, frequentou uma igreja evangélica na Zona Sul, por cerca de dez anos. Seu desejo era pregar, mas os líderes não viam nele qualquer virtude ou talento, qualquer expressão que chamasse a atenção. Nem sequer teve a oportunidade de servir como obreiro. Dez anos não são dez dias. Outro teria desistido. Outro teria desanimado. Não ele. E a razão era a fé.
Movido pelo desejo de servir a Deus, ele e dois amigos, vieram para uma igreja no subúrbio. Eu era apenas um menino nessa ocasião, mas recordo que lá também o pastor fez a mesma avaliação. Passado algum tempo, consagrou os outros, mas não o bispo. Mais uma vez ele era colocado de lado, excluído, diminuído, enfrentava o preconceito, o desalento e a frustração. Outro teria desanimado. Outro teria, desistido.
Um dia estava almoçando na casa da minha vó, quando ele entrou. E me permita aqui quebrar de leve o protocolo para fazer uma pequena lembrança, uma honrosa menção àquela senhora extraordinária. Um inesquecível exemplo de renúncia, dedicação e amor.
O bispo vinha avisar que deixaria o emprego para pregar o evangelho. Ele já era casado, tinha uma filha e a esposa estava grávida do segundo. Um gesto de fé extrema para quem era desacreditado por todos. Para uma família humilde como a nossa, um emprego público, como o dele, representava a garantia de uma vida livre do desemprego.
Ela apenas ponderou: “Não deixe de pagar o instituto, para garantir a aposentadoria quando envelhecer”
Quando assisto essa orgia histérica dos insultos mais torpes, esse ódio neurótico, essa perseguição implacável, esse dilúvio de injurias, infâmias e calúnias contra o bispo e a igreja, capazes que são de publicar com a mais equivocada convicção o maior dos enganos, a tese transloucada de que ele engendrou uma fórmula para explorar os pobres, lamento com profunda amargura. Certamente não conhecem a Igreja Universal, quem somos, de onde viemos.
Pode ser que em alguma de nossas igrejas, seja no Brasil, na África, na Europa, na Ásia ou em qualquer parte do mundo, alguém, algum dia, tenha colocado sobre o altar um sacrifício tão grande quanto o dele, maior não. Ele ofereceu tudo que tinha, o próprio emprego sem qualquer garantia, sem qualquer esperança, senão por fé.
Passado um mês, nasce sua segunda filha e fui pela manhã visitá-la no hospital do IASERJ. Ela havia nascido com lábio leporino e bebês assim, são magrinhos, com olheiras, com o rosto deformado, uma ferida aberta na boca, sem uma parte dos lábios, com uma fenda no céu da boca o que torna impossível a amamentação, pois não conseguem fazer sucção, engasgam e padecem muito. Foram dias, meses, anos de um sofrimento atroz.
No caminho de volta, da praça da Cruz Vermelha até o Largo da Glória, caminhando ao longo da rua do Riachuelo, cada passo era uma lágrima. Como Habacuque eu perguntava: por que? Por que um homem pobre, mas dizimista fiel, no momento supremo da sua existência, quando resolve deixar seu emprego, seu sustento, seu ganha pão, para pregar a Palavra, recebe como prêmio um castigo e dos piores, porque eu não sei se há dor maior do que um pai ir ao berçário de um hospital, apenas para ver, apenas para constatar, que sua filha é a única enferma, a única ferida, frágil, sofrendo e chorando, enquanto a dos outros são tão bonitas.
E como sempre, nos momentos graves, minha família se reuniu na casa da minha vó. À tarde ele chega. Estava, naturalmente, muito triste, mas disse duas coisas que guardei. A primeira: “Eu vou gostar mais dela do que da outra.”
A outra, a quem se referia, era sua primeira filha, uma criança muito formosa. Não creio ser possível gostar mais de um filho que do outro, mas havia um significado mais profundo naquela expressão. Era muito mais que um pai tentando compensar, proteger, extravasar sua dor.
Mais tarde verifiquei que a essência daquelas palavras iria se refletir no surgimento e na atuação da Igreja Universal que é decididamente vocacionada a gostar mais do que sofre, do aflito e do necessitado. E logo se começa a buscar as almas perdidas nas encruzilhadas, nas favelas, nos terreiros, nos manicômios, nas catacumbas dos vícios, na miséria das drogas, na falência dos lares destruídos. E salões, galpões, cinemas começam a encher com enfermos, pobres, desempregados, aflitos, endemoniados em busca de alívio e libertação. O povo que andava em trevas viu uma grande luz.
A segunda coisa que disse foi: “eu não vou ficar com raiva de Deus. Vou ficar com raiva do diabo. Agora mesmo é que eu vou invadir o inferno para resgatar as almas perdidas.”
Ali já não era mais um rapaz qualquer, obscuro e anônimo. Ali nascia um líder. Nascia também um povo capaz de enfrentar os maiores desafios, as perseguições mais duras e virulentas. De fibra e força que não recua, que não se agacha, que não foge da luta nem teme o sacrifício. Um povo com o olhar cravado nas promessas de Deus para rasgar nos horizontes a perspectiva iluminada do seu destino, determinado, forjado, selado pela fé em Deus. E isso porque no momento mais difícil, mais cruel, mais duro, um justo viveu pela sua fé!
A Igreja Universal não surgiu com a deliberação de uma assembléia de homens ilustres, ou de um conselho diretor ou de uma fundação de notáveis. Nem tão pouco foi subsidiada, patrocinada, bancada por recursos do governo ou de um milionário caridoso. Essa igreja é a resposta simples, direta e fiel de um Deus que honra a fé, a revolta e o sacrifício.
A frase, “eu não vou ficar com raiva de Deus. Eu vou ficar com raiva do diabo”, marca a revolta da fé. Se ficasse com raiva de Deus seria a rebelião e o resultado, um oceano de fracasso, um Himalaia de frustração. Os rebeldes culpam a Deus pelos infortúnios da vida. A rebeldia tem formas distintas e sutis de se manifestar. Alguns rebeldes afrontam os mandamentos desafiando a Deus com seus pecados e crimes. Outros manifestam uma indiferença fria e distante com as coisas de Deus, fazendo da própria vida um imenso desperdício de tempo e uma triste história de mediocridade. Há também os fariseus que são os rebeldes de igreja que conhecem a palavra mas não as praticam.
Abraão foi revoltado quando vagava no deserto esperando a promessa que demorava a chegar. No entanto, nunca se rebelou. Moisés se revoltou com a escravidão do seu povo como Josué se revoltou quando na terra prometida encontrou muralhas e gigantes. Mas não foram rebeldes. Davi se revoltou contra as afrontas do Golias. Jó, o mais revoltado de todos que no ápice do seu sofrimento amaldiçoou o dia em que nasceu, jamais se rebelou. Ele continua a ser, através dos tempos, o mais veemente exemplo do que um homem é capaz de suportar e vencer quando movido por sua fé. E foi no seu sacrifício que Deus lhe restituiu sete vezes mais.
A vida do justo não é a vida do convento, do mosteiro no alto do monte, da santidade absoluta. É a vida da fé, das lutas do dia a dia na planície da vida. Com suas virtudes e defeitos, injustiçado e perseguido, como ovelha entre lobos, que às vezes chora mas sabe que será consolado, que tem sede e fome de justiça e crê que será saciado. Gente simples e humilde com todas as veras da sua alma. Que põe a mão no arado e não olha para trás, custe o que custar, doe o que doer. Que não se apequena, que não se acovarda. Filhos da fé, da revolta e do sacrifício.
Esteja certo. Deus vê/ o que você tem passado/ perseguido, injustiçado/ um sufoco desgraçado/ Deus vê/ o seu rosto amargurado/ tantos planos fracassados/ tantas noites acordado. Mas o que Deus precisa ver/ é a revolta em seu olhar/ é a vontade de lutar/ e ser abençoado. A fé vem pelo ouvir/ mas o agir pela revolta. Sem luta não há vitória/ sem obras a fé é morta. É tempo de se revoltar/ é tempo de agir a fé/ construir os nossos sonhos/ ou Deus é ou não é. É tempo de se revoltar/ é tempo de agir a fé. É tempo de Deus ver/ que covarde você não é.
Marcelo Crivella
Naturalmente a fé causa uma revolta contra isso tudo e constrói com sacrifício a vitória derradeira. Esse caminho estreito e apertado foi o que Deus traçou para o surgimento da Igreja Universal.
O bispo Macedo quando jovem, frequentou uma igreja evangélica na Zona Sul, por cerca de dez anos. Seu desejo era pregar, mas os líderes não viam nele qualquer virtude ou talento, qualquer expressão que chamasse a atenção. Nem sequer teve a oportunidade de servir como obreiro. Dez anos não são dez dias. Outro teria desistido. Outro teria desanimado. Não ele. E a razão era a fé.
Movido pelo desejo de servir a Deus, ele e dois amigos, vieram para uma igreja no subúrbio. Eu era apenas um menino nessa ocasião, mas recordo que lá também o pastor fez a mesma avaliação. Passado algum tempo, consagrou os outros, mas não o bispo. Mais uma vez ele era colocado de lado, excluído, diminuído, enfrentava o preconceito, o desalento e a frustração. Outro teria desanimado. Outro teria, desistido.
Um dia estava almoçando na casa da minha vó, quando ele entrou. E me permita aqui quebrar de leve o protocolo para fazer uma pequena lembrança, uma honrosa menção àquela senhora extraordinária. Um inesquecível exemplo de renúncia, dedicação e amor.
O bispo vinha avisar que deixaria o emprego para pregar o evangelho. Ele já era casado, tinha uma filha e a esposa estava grávida do segundo. Um gesto de fé extrema para quem era desacreditado por todos. Para uma família humilde como a nossa, um emprego público, como o dele, representava a garantia de uma vida livre do desemprego.
Ela apenas ponderou: “Não deixe de pagar o instituto, para garantir a aposentadoria quando envelhecer”
Quando assisto essa orgia histérica dos insultos mais torpes, esse ódio neurótico, essa perseguição implacável, esse dilúvio de injurias, infâmias e calúnias contra o bispo e a igreja, capazes que são de publicar com a mais equivocada convicção o maior dos enganos, a tese transloucada de que ele engendrou uma fórmula para explorar os pobres, lamento com profunda amargura. Certamente não conhecem a Igreja Universal, quem somos, de onde viemos.
Pode ser que em alguma de nossas igrejas, seja no Brasil, na África, na Europa, na Ásia ou em qualquer parte do mundo, alguém, algum dia, tenha colocado sobre o altar um sacrifício tão grande quanto o dele, maior não. Ele ofereceu tudo que tinha, o próprio emprego sem qualquer garantia, sem qualquer esperança, senão por fé.
Passado um mês, nasce sua segunda filha e fui pela manhã visitá-la no hospital do IASERJ. Ela havia nascido com lábio leporino e bebês assim, são magrinhos, com olheiras, com o rosto deformado, uma ferida aberta na boca, sem uma parte dos lábios, com uma fenda no céu da boca o que torna impossível a amamentação, pois não conseguem fazer sucção, engasgam e padecem muito. Foram dias, meses, anos de um sofrimento atroz.
No caminho de volta, da praça da Cruz Vermelha até o Largo da Glória, caminhando ao longo da rua do Riachuelo, cada passo era uma lágrima. Como Habacuque eu perguntava: por que? Por que um homem pobre, mas dizimista fiel, no momento supremo da sua existência, quando resolve deixar seu emprego, seu sustento, seu ganha pão, para pregar a Palavra, recebe como prêmio um castigo e dos piores, porque eu não sei se há dor maior do que um pai ir ao berçário de um hospital, apenas para ver, apenas para constatar, que sua filha é a única enferma, a única ferida, frágil, sofrendo e chorando, enquanto a dos outros são tão bonitas.
E como sempre, nos momentos graves, minha família se reuniu na casa da minha vó. À tarde ele chega. Estava, naturalmente, muito triste, mas disse duas coisas que guardei. A primeira: “Eu vou gostar mais dela do que da outra.”
A outra, a quem se referia, era sua primeira filha, uma criança muito formosa. Não creio ser possível gostar mais de um filho que do outro, mas havia um significado mais profundo naquela expressão. Era muito mais que um pai tentando compensar, proteger, extravasar sua dor.
Mais tarde verifiquei que a essência daquelas palavras iria se refletir no surgimento e na atuação da Igreja Universal que é decididamente vocacionada a gostar mais do que sofre, do aflito e do necessitado. E logo se começa a buscar as almas perdidas nas encruzilhadas, nas favelas, nos terreiros, nos manicômios, nas catacumbas dos vícios, na miséria das drogas, na falência dos lares destruídos. E salões, galpões, cinemas começam a encher com enfermos, pobres, desempregados, aflitos, endemoniados em busca de alívio e libertação. O povo que andava em trevas viu uma grande luz.
A segunda coisa que disse foi: “eu não vou ficar com raiva de Deus. Vou ficar com raiva do diabo. Agora mesmo é que eu vou invadir o inferno para resgatar as almas perdidas.”
Ali já não era mais um rapaz qualquer, obscuro e anônimo. Ali nascia um líder. Nascia também um povo capaz de enfrentar os maiores desafios, as perseguições mais duras e virulentas. De fibra e força que não recua, que não se agacha, que não foge da luta nem teme o sacrifício. Um povo com o olhar cravado nas promessas de Deus para rasgar nos horizontes a perspectiva iluminada do seu destino, determinado, forjado, selado pela fé em Deus. E isso porque no momento mais difícil, mais cruel, mais duro, um justo viveu pela sua fé!
A Igreja Universal não surgiu com a deliberação de uma assembléia de homens ilustres, ou de um conselho diretor ou de uma fundação de notáveis. Nem tão pouco foi subsidiada, patrocinada, bancada por recursos do governo ou de um milionário caridoso. Essa igreja é a resposta simples, direta e fiel de um Deus que honra a fé, a revolta e o sacrifício.
A frase, “eu não vou ficar com raiva de Deus. Eu vou ficar com raiva do diabo”, marca a revolta da fé. Se ficasse com raiva de Deus seria a rebelião e o resultado, um oceano de fracasso, um Himalaia de frustração. Os rebeldes culpam a Deus pelos infortúnios da vida. A rebeldia tem formas distintas e sutis de se manifestar. Alguns rebeldes afrontam os mandamentos desafiando a Deus com seus pecados e crimes. Outros manifestam uma indiferença fria e distante com as coisas de Deus, fazendo da própria vida um imenso desperdício de tempo e uma triste história de mediocridade. Há também os fariseus que são os rebeldes de igreja que conhecem a palavra mas não as praticam.
Abraão foi revoltado quando vagava no deserto esperando a promessa que demorava a chegar. No entanto, nunca se rebelou. Moisés se revoltou com a escravidão do seu povo como Josué se revoltou quando na terra prometida encontrou muralhas e gigantes. Mas não foram rebeldes. Davi se revoltou contra as afrontas do Golias. Jó, o mais revoltado de todos que no ápice do seu sofrimento amaldiçoou o dia em que nasceu, jamais se rebelou. Ele continua a ser, através dos tempos, o mais veemente exemplo do que um homem é capaz de suportar e vencer quando movido por sua fé. E foi no seu sacrifício que Deus lhe restituiu sete vezes mais.
A vida do justo não é a vida do convento, do mosteiro no alto do monte, da santidade absoluta. É a vida da fé, das lutas do dia a dia na planície da vida. Com suas virtudes e defeitos, injustiçado e perseguido, como ovelha entre lobos, que às vezes chora mas sabe que será consolado, que tem sede e fome de justiça e crê que será saciado. Gente simples e humilde com todas as veras da sua alma. Que põe a mão no arado e não olha para trás, custe o que custar, doe o que doer. Que não se apequena, que não se acovarda. Filhos da fé, da revolta e do sacrifício.
Esteja certo. Deus vê/ o que você tem passado/ perseguido, injustiçado/ um sufoco desgraçado/ Deus vê/ o seu rosto amargurado/ tantos planos fracassados/ tantas noites acordado. Mas o que Deus precisa ver/ é a revolta em seu olhar/ é a vontade de lutar/ e ser abençoado. A fé vem pelo ouvir/ mas o agir pela revolta. Sem luta não há vitória/ sem obras a fé é morta. É tempo de se revoltar/ é tempo de agir a fé/ construir os nossos sonhos/ ou Deus é ou não é. É tempo de se revoltar/ é tempo de agir a fé. É tempo de Deus ver/ que covarde você não é.
Marcelo Crivella
Marcadores:
Bispo macedo,
História,
Igreja universal,
iurd,
Marcelo Crivella,
Nascimento
quinta-feira, 31 de março de 2011
O que escreveu na sua placa?
Um mendigo sentava-se na calçada, sempre num lugar onde passavam muitas pessoas e, ao lado, colocava uma placa com os dizeres: “Vejam como sou feliz! Sou um homem próspero, sei que sou bonito, sou muito importante, tenho uma bela residência, vivo confortavelmente, sou um sucesso, sou saudável e bem humorado”
Alguns transeuntes olhavam intrigados, outros achavam-no doido e outros até davam-lhe dinheiro.
Todos os dias, antes de dormir, ele contava o dinheiro e notava que, a cada dia, a quantia era maior.
Numa bela manhã, um importante e arrojado executivo, que já o observava há algum tempo, aproximou-se e disse-lhe: Você é muito criativo! Não gostaria de colaborar numa campanha da minha empresa?
“- Vamos lá. Só tenho a ganhar!” – respondeu o mendigo.
Após um caprichado banho e com roupas novas, foi levado para a empresa. Daí para a frente, a sua vida foi uma sequência de sucessos e, a certo altura ele tornou-se um dos sócios majoritários. Numa entrevista colectiva à imprensa, ele esclareceu como conseguira sair da mendicância para tão alta posição. Contou ele:
“- Bem, houve uma época em que costumava sentar-me nas calçadas como uma placa, que dizia: ‘Sou um nada neste mundo! Ninguém me ajuda! Não tenho onde morar! Sou um homem fracassado e maltratado pela vida! Não consigo um mísero emprego que me renda alguns trocados! Mal consigo sobreviver!’.
As coisas iam de mal a pior, quando, numa certa noite, encontrei um livro e nele atentei para um trecho que dizia: “Forjai espadas das vossas enxadas, e lanças das vossas foices; diga o fraco: Eu sou forte” (Joel 3.10).
Na linguagem actual é:
“Tudo o que você diz a seu próprio respeito vai-se reforçando. Por pior que esteja a sua vida, diga que tudo vai bem. Por mais que você não goste da sua aparência, afirme-se bonito. Por mais pobre que seja, diga a si mesmo e aos outros que você é próspero.” Aquilo tocou-me profundamente e, como nada tinha a perder decidi trocar os dizeres da placa para: “Vejam como sou feliz! Sou um homem próspero, sei que sou bonito, sou muito importante, tenho uma bela residência, vivo confortavelmente, sou um sucesso, sou agradável e bem-humorado.”
A partir desse dia tudo começou a mudar, a vida trouxe-me a pessoa certa para tudo o que eu precisava, até que cheguei onde estou hoje. Tive apenas que entender o poder das palavras. O universo apoiará sempre tudo o que dissermos, escrevermos ou pensarmos ao nosso respeito e isso acabará por se manifestar na nossa vida como realidade.
Enquanto afirmarmos que tudo vai mal, que a nossa aparência é horrível, que os nossos bens materiais são limitados, a tendência é para que as coisas fiquem ainda piores, pois o universo reforçá-las-á.”
Uma repórter ironicamente, questionou:
“- O senhor está a querer dizer que algumas palavras escritas numa simples placa modificaram a sua vida?”
“- Claro que não, minha cara repórter. Primeiro tive que acreditar nelas!”
MORAL DA HISTÓRIA:
“Cuide bem do seu espírito, porque dele dependem os seus pensamentos e palavras, ele o levará onde você quiser!”
sexta-feira, 25 de março de 2011
O Rei e o mendigo
Certa vez, um anjo vestiu-se de rei e resolveu visitar as pessoas na periferia da cidade. Num certo local da cidade, encontrou um mendigo que estava a andar com um prato de arroz na mão e, quando este parou ao seu lado, o rei disse:
- Dê-me um pouco do seu arroz. O mendigo, então, olhou para o rei e pensou:
- Ele pode ter tudo o quiser… – e foi bem mesquinho. Pegou num único grão de arroz e deu ao rei. O rei, então, fechou o grão dentro da mão do mendigo, tocou o seu cavalo e foi-se embora. Quando o mendigo abriu a mão, levou um susto. O grão de arroz tinha-se transformado numa pepita de ouro. Nesse momento, o mendigo olhou para o prato de arroz e saiu a correr atrás do rei, dizendo:
- Por favor, majestade, pare! Mudei de ideias, tome mais do meu arroz!!! Então, o rei disse:
- Não! Você já recebeu tudo aquilo que investiu na vida, de bom grado e de bom coração. O que se recebe da vida é aquilo que nela se investe primeiro, nem mais, nem menos. É a lei.
“O Homem só pode receber aquilo que ele próprio dá.”
segunda-feira, 7 de março de 2011
HISTÓRIA: O vestido azul
Num bairro pobre de uma cidade distante, morava uma garotinha muito bonita.
Ela freqüentava a escola local. Sua mãe não tinha muito cuidado e a criança quase sempre se apresentava suja. Suas roupas eram muito velhas e maltratadas.
O professor ficou penalizado com a situação da menina.
"Como é que uma menina tão bonita, pode vir para a escola tão mal arrumada?".
Separou algum dinheiro do seu salário e, embora com dificuldade, resolveu lhe comprar um vestido novo. Ela ficou linda no vestido azul.
Quando a mãe viu a filha naquele lindo vestido azul, sentiu que era lamentável que sua filha, vestindo aquele traje novo, fosse tão suja para a escola. Por isso, passou a lhe dar banho todos os dias, pentear seus cabelos, cortar suas unhas.
Quando acabou a semana, o pai falou: "mulher, você não acha uma vergonha que nossa filha, sendo tão bonita e bem arrumada, more em um lugar como este, caindo aos pedaços? Que tal você ajeitar a casa? Nas horas vagas, eu vou dar uma pintura nas paredes, consertar a cerca e plantar um jardim."
Logo mais, a casa se destacava na pequena vila pela beleza das flores que enchiam o jardim, e o cuidado em todos os detalhes. Os vizinhos ficaram envergonhados por morar em barracos feios e resolveram também arrumar as suas casas, plantar flores, usar pintura e criatividade.
Em pouco tempo, o bairro todo estava transformado. Um homem, que acompanhava os esforços e as lutas daquela gente, pensou que eles bem mereciam um auxílio das autoridades. Foi ao prefeito expor suas idéias e saiu de lá com autorização para formar uma comissão para estudar os melhoramentos que seriam necessários ao bairro.
A rua de barro e lama foi substituída por asfalto e calçadas de pedra. Os esgotos a céu aberto foram canalizados e o bairro ganhou ares de cidadania.
E tudo começou com um vestido azul.
Não era intenção daquele professor consertar toda a rua, nem criar um organismo que socorresse o bairro. Ele fez o que podia, deu a sua parte. Fez o primeiro movimento que acabou fazendo que outras pessoas se motivassem a lutar por melhorias.
Será que cada um de nós está fazendo a sua parte no lugar em que vive?
Por acaso somos daqueles que somente apontamos os buracos da rua, as crianças à solta sem escola e a violência do trânsito?
Lembremos que é difícil mudar o estado total das coisas. Que é difícil limpar toda a rua, mas é fácil varrer a nossa calçada.
É difícil reconstruir um planeta, mas é possível dar um vestido azul.
Há moedas de amor que valem mais do que os tesouros bancários, quando endereçadas no momento próprio e com bondade.
Você acaba de receber um lindo vestido azul.
Faça a sua parte.
Ajude-nos a melhorar o PLANETA!
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
HISTÓRIA: Os sapinhos
Era uma vez uma corrida .... de sapinhos.
O objetivo era atingir o alto de uma grande torre. Havia no local uma multidão assistindo. Muita gente para vibrar e torcer por eles.
Começou a competição. Mas como a multidão não acreditava que os sapinhos pudessem alcançar o alto daquela torre, o que mais se ouvia era: "Que pena !!! Esses sapinhos não vão conseguir. Não vão conseguir."
E os sapinhos começaram a desitir. Mas havia um que persistia e continuava a subida, em busca do topo.
A multidão continuava gritando : "Pena!!! Vocês não vão conseguir."
E os sapinhos estavam mesmo desistindo um por um, menos aquele sapinho que continuava tranqüilo, embora arfante.
Ao final da competição, todos desistiram, menos ele.
A curiosidade tomou conta de todos. Queriam saber o que tinha acontecido.
E assim, quando foram perguntar ao sapinho como ele havia conseguido concluir a prova, descobriram que ele era surdo.
Não permita que pessoas com o péssimo hábito de serem negativas, derrubem as melhores e mais sábias esperanças de seu coração.
Lembre-se sempre: há poder em nossas palavras e em tudo o que pensamos.Seja Positivo!!!
Marcadores:
Competição,
Corrida,
História,
Historia de hoje,
Negativas,
Palavra,
Pensamentos,
Positivo,
Sapinhos
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Não se deixe soterrar !
Conta-se que um fazendeiro, que lutava com muitas dificuldades, possuía alguns cavalos para ajudar no trabalho de sua fazenda.
Um dia, o capataz lhe trouxe a notícia que um de seus cavalos havia caído num velho poço abandonado.
O buraco era muito fundo e seria difícil tirar o animal de lá. O fazendeiro avaliou a situação e certificou-se de que o cavalo estava vivo. Mas pela dificuldade e o alto custo para retirá-lo do fundo do poço, decidiu que não valia a pena investir no resgate.
Chamou o capataz e ordenou que sacrificasse o animal soterrando-o ali mesmo. O capataz chamou alguns empregados e orientou-os para que jogassem terra sobre o cavalo até que o encobrissem totalmente e o poço não oferecesse mais perigo aos outros animais.
No entanto, na medida que a terra caía sobre seu dorso, o cavalo se sacudia e a derrubava no chão e ia pisando sobre ela.
Logo os homens perceberam que o animal não se deixava soterrar, mas, ao contrário, estava subindo à medida que a terra caía, até que , finalmente, conseguiu sair...".
Muitas vezes nós nos sentimos como se estivéssemos no fundo do poço e, de quebra, ainda temos a impressão de que estão tentando nos soterrar para sempre. É como se o mundo jogasse sobre nós a terra da incompreensão, da falta de oportunidade, da desvalorização, do desprezo e da indiferença. Nesses momentos difíceis, é importante que lembremos da lição profunda da história do cavalo e façamos a nossa parte para sair da dificuldade.
Afinal, se permitimos chegar ao fundo do poço, só nos restam duas opções:
Ou nos servimos dele como ponto de apoio para o impulso que nos levará ao topo; - Ou nos deixamos ficar ali até que a morte nos encontre. É importante que, se estamos nos sentindo soterrar, sacudamos a terra e a aproveitemos para subir.
Ademais, em todas as situações difíceis que enfrentamos na vida, temos o apoio incondicional de Deus, do qual podemos nos aproximar através da oração.
Um dia, o capataz lhe trouxe a notícia que um de seus cavalos havia caído num velho poço abandonado.
O buraco era muito fundo e seria difícil tirar o animal de lá. O fazendeiro avaliou a situação e certificou-se de que o cavalo estava vivo. Mas pela dificuldade e o alto custo para retirá-lo do fundo do poço, decidiu que não valia a pena investir no resgate.
Chamou o capataz e ordenou que sacrificasse o animal soterrando-o ali mesmo. O capataz chamou alguns empregados e orientou-os para que jogassem terra sobre o cavalo até que o encobrissem totalmente e o poço não oferecesse mais perigo aos outros animais.
No entanto, na medida que a terra caía sobre seu dorso, o cavalo se sacudia e a derrubava no chão e ia pisando sobre ela.
Logo os homens perceberam que o animal não se deixava soterrar, mas, ao contrário, estava subindo à medida que a terra caía, até que , finalmente, conseguiu sair...".
Muitas vezes nós nos sentimos como se estivéssemos no fundo do poço e, de quebra, ainda temos a impressão de que estão tentando nos soterrar para sempre. É como se o mundo jogasse sobre nós a terra da incompreensão, da falta de oportunidade, da desvalorização, do desprezo e da indiferença. Nesses momentos difíceis, é importante que lembremos da lição profunda da história do cavalo e façamos a nossa parte para sair da dificuldade.
Afinal, se permitimos chegar ao fundo do poço, só nos restam duas opções:
Ou nos servimos dele como ponto de apoio para o impulso que nos levará ao topo; - Ou nos deixamos ficar ali até que a morte nos encontre. É importante que, se estamos nos sentindo soterrar, sacudamos a terra e a aproveitemos para subir.
Ademais, em todas as situações difíceis que enfrentamos na vida, temos o apoio incondicional de Deus, do qual podemos nos aproximar através da oração.
Marcadores:
Buraco,
depender de Deus,
dificuldade,
Fazendeiro,
História,
Homem,
Oração,
Poço
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
HISTÓRIA: O velho, o menino e o burro
Um velho resolveu vender seu burro na feira da cidade.Como iria retornar andando, chamou seu neto para acompanhá-lo. Montaram os dois no animal e seguiram viagem.
Passando por umas barracas de escoteiros, escutaram os comentários críticos; " Como é que pode, duas pessoas em cima deste pobre animal !".
Resolveram então que o menino desceria, e o velho permaneceria montado. Prosseguiram...
Mais na frente tinha uma lagoa e algumas velhas estavam lavando roupa. Quando viram a cena, puseram-se a reclamar; " Que absurdo ! Explorando a pobre criança, podendo deixá-la em cima do animal."
Constrangidos com o ocorrido, trocaram as posições, ou seja, o menino montou e o velho desceu.
Tinham caminhado alguns metros, quando algumas jovens sentadas na calçada externaram seu espanto com o que presenciaram; "Que menino preguiçoso ! Enquanto este velho senhor caminha, ele fica todo prazeroso em cima do animal. Tenha vergonha !"
Diante disto, o menino desceu e desta vez o velho não subiu. Ambos resolveram caminhar, puxando o burro.
Já acreditavam ter encontrado a fórmula mais correta quando passaram em frente a um bar. Alguns homens que ali estavam começaram a dar gargalhadas, fazendo chacota da cena; " São mesmo uns idiotas ! Ficam andando a pé, enquanto puxam um animal tão jovem e forte !"
O avô e o neto olharam um para o outro, como que tentando encontrar a maneira correta de agir.
Então ambos pegaram o burro e o carregaram nas costas !!!
Além de divertida, esta fábula mostra que não podemos dedicar atenção irracional para as críticas, pois estas acontecerão sempre, independente da maneira em que procurarmos agir.
Passando por umas barracas de escoteiros, escutaram os comentários críticos; " Como é que pode, duas pessoas em cima deste pobre animal !".
Resolveram então que o menino desceria, e o velho permaneceria montado. Prosseguiram...
Mais na frente tinha uma lagoa e algumas velhas estavam lavando roupa. Quando viram a cena, puseram-se a reclamar; " Que absurdo ! Explorando a pobre criança, podendo deixá-la em cima do animal."
Constrangidos com o ocorrido, trocaram as posições, ou seja, o menino montou e o velho desceu.
Tinham caminhado alguns metros, quando algumas jovens sentadas na calçada externaram seu espanto com o que presenciaram; "Que menino preguiçoso ! Enquanto este velho senhor caminha, ele fica todo prazeroso em cima do animal. Tenha vergonha !"
Diante disto, o menino desceu e desta vez o velho não subiu. Ambos resolveram caminhar, puxando o burro.
Já acreditavam ter encontrado a fórmula mais correta quando passaram em frente a um bar. Alguns homens que ali estavam começaram a dar gargalhadas, fazendo chacota da cena; " São mesmo uns idiotas ! Ficam andando a pé, enquanto puxam um animal tão jovem e forte !"
O avô e o neto olharam um para o outro, como que tentando encontrar a maneira correta de agir.
Então ambos pegaram o burro e o carregaram nas costas !!!
Além de divertida, esta fábula mostra que não podemos dedicar atenção irracional para as críticas, pois estas acontecerão sempre, independente da maneira em que procurarmos agir.
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
A Janela do Hospital
Dois homens, seriamente doentes, ocupavam o mesmo quarto em um hospital. Um deles ficava sentado em sua cama por uma hora todas as tardes para conseguir drenar o líquido de seus pulmões. Sua cama ficava próxima da única janela existente no quarto.
O outro homem era obrigado a ficar deitado de bruços em sua cama por todo o tempo. Eles conversavam muito. Falavam sobre suas mulheres e suas famílias, suas casas, seus empregos, seu envolvimento com o serviço militar, onde eles costumavam ir nas férias.
E toda tarde quando o homem perto da janela podia sentar-se ele passava todo o tempo descrevendo ao seu companheiro todas as coisas que ele podia ver através da janela.
O homem na outra cama começou a esperar por esse período onde seu mundo era ampliado e animado pelas descrições do companheiro. Ele dizia que da janela dava pra ver um parque com um lago bem legal. Patos e cisnes brincavam na água enquanto as crianças navegavam seus pequenos barcos. Jovens namorados andavam de braços dados no meio das flores e estas possuíam todas as cores do arco-íris. Grandes e velhas árvores cheias de elegância na paisagem, e uma fina linha podia ser vista no céu da cidade.
Quando o homem perto da janela fazia suas descrições, ele o fazia de modo primoroso e delicado, com detalhes e o outro homem fechava seus olhos e imaginava a cena pitoresca. Uma tarde quente, o homem perto da janela descreveu que havia um desfile na rua, embora ele não pudesse escutar a música, ele podia ver e descrever tudo.
Dias e semanas passaram-se. Em uma manhã a enfermeira do dia chegou trazendo água para o banho dos dois homens mas achou um deles morto. O homem que ficava perto da janela morreu pacificamente durante o seu sono a noite. Ela estava entristecida e chamou os atendentes do hospital para levarem o corpo embora.
Assim que julgou conveniente, o outro homem pediu a enfermeira que mudasse sua cama para perto da janela. A enfermeira ficou feliz em poder fazer esse favor para o homem e depois de verificar que ele estava confortável, o deixou sozinho no quarto.
Vagarosamente, pacientemente, ele se apoiou em seu cotovelo para conseguir olhar pela primeira vez pela janela. Finalmente, ele poderia ver tudo por si mesmo. Ele se esticou ao máximo, lutando contra a dor para poder olhar através da janela e quando conseguiu fazê-lo deparou-se com um muro todo branco. Ele então perguntou a enfermeira o que teria levado seu companheiro a descrever-lhe coisas tão belas, todos os dias se pela janela só dava pra ver um muro branco?
A enfermeira respondeu que aquele homem era cego e não poderia ver nada mesmo que quisesse. Talvez ele só estivesse pensando em distraí-lo e alegrá-lo um pouco mais com suas histórias.
há uma tremenda alegria em fazer outras pessoas felizes, independente de nossa situação atual. Dividir problemas e pesares é ter metade de uma aflição, mas felicidade quando compartilhada é ter o dobro defelicidade. Se você quer se sentir rico, apenas conte todas as coisas que você tem e que o dinheiro não pode comprar. O hoje é um presente e é por isso que é chamado assim.
O outro homem era obrigado a ficar deitado de bruços em sua cama por todo o tempo. Eles conversavam muito. Falavam sobre suas mulheres e suas famílias, suas casas, seus empregos, seu envolvimento com o serviço militar, onde eles costumavam ir nas férias.
E toda tarde quando o homem perto da janela podia sentar-se ele passava todo o tempo descrevendo ao seu companheiro todas as coisas que ele podia ver através da janela.
O homem na outra cama começou a esperar por esse período onde seu mundo era ampliado e animado pelas descrições do companheiro. Ele dizia que da janela dava pra ver um parque com um lago bem legal. Patos e cisnes brincavam na água enquanto as crianças navegavam seus pequenos barcos. Jovens namorados andavam de braços dados no meio das flores e estas possuíam todas as cores do arco-íris. Grandes e velhas árvores cheias de elegância na paisagem, e uma fina linha podia ser vista no céu da cidade.
Quando o homem perto da janela fazia suas descrições, ele o fazia de modo primoroso e delicado, com detalhes e o outro homem fechava seus olhos e imaginava a cena pitoresca. Uma tarde quente, o homem perto da janela descreveu que havia um desfile na rua, embora ele não pudesse escutar a música, ele podia ver e descrever tudo.
Dias e semanas passaram-se. Em uma manhã a enfermeira do dia chegou trazendo água para o banho dos dois homens mas achou um deles morto. O homem que ficava perto da janela morreu pacificamente durante o seu sono a noite. Ela estava entristecida e chamou os atendentes do hospital para levarem o corpo embora.
Assim que julgou conveniente, o outro homem pediu a enfermeira que mudasse sua cama para perto da janela. A enfermeira ficou feliz em poder fazer esse favor para o homem e depois de verificar que ele estava confortável, o deixou sozinho no quarto.
Vagarosamente, pacientemente, ele se apoiou em seu cotovelo para conseguir olhar pela primeira vez pela janela. Finalmente, ele poderia ver tudo por si mesmo. Ele se esticou ao máximo, lutando contra a dor para poder olhar através da janela e quando conseguiu fazê-lo deparou-se com um muro todo branco. Ele então perguntou a enfermeira o que teria levado seu companheiro a descrever-lhe coisas tão belas, todos os dias se pela janela só dava pra ver um muro branco?
A enfermeira respondeu que aquele homem era cego e não poderia ver nada mesmo que quisesse. Talvez ele só estivesse pensando em distraí-lo e alegrá-lo um pouco mais com suas histórias.
há uma tremenda alegria em fazer outras pessoas felizes, independente de nossa situação atual. Dividir problemas e pesares é ter metade de uma aflição, mas felicidade quando compartilhada é ter o dobro defelicidade. Se você quer se sentir rico, apenas conte todas as coisas que você tem e que o dinheiro não pode comprar. O hoje é um presente e é por isso que é chamado assim.
terça-feira, 23 de novembro de 2010
O MANTO
Nas lendas dos Sufis contam que Pedro, o Apóstolo, recebera de um amigo um manto vermelho feito por um tecelão do Antigo Oriente. O manto era bonito e Pedro gostava muito dele. Certa manhã, enquanto acompanhava Jesus nos compromissos do dia, o Mestre indagou-lhe:
- Pedro, meu amigo, o que tentas ocultar? Vejo em seus olhos uma tristeza. Que sombras turvam o vosso coração?
- Mestre, meu Senhor. Roubaram o meu manto !
- E o que pensas fazer?
- Procurarei o culpado e ele receberá severa sanção.
- Ouve, Pedro, meu querido: "EM PRIMEIRO LUGAR, PROCURA A TUA PRÓPRIA LUZ, PARA DEPOIS TE TORNARES JUIZ".
. . . .
Nesta bela lição vemos que quem não supera alguma perda, material ou afetiva, e se entrega cegamente ao sofrimento pode turvar o próprio coração. A razão disto é o apego: "CONSIDERAR PERMANENTE O QUE POR NATUREZA É TRANSITÓRIO", e assim vem a dor.. Infelizmente, há quem transforme essa dor em revolta, atraindo para si todas as sombras da negatividade, julgando as pessoas severamente, assumindo uma postura descrente e indo até contra Deus.
Mas a receita de Jesus é perfeita: "NESSES MOMENTOS É QUE DEVEMOS PROCURAR A LUZ, E NESSA LUZ ENCONTRAR O REFÚGIO IDEAL PARA AQUIETAR O CORAÇÃO." Sem luz nada é possível, a não ser estacionarmos no mesmo lugar. Com luz saberemos o que fazer e em que direção orientar os nossos passos. Aquele que avança contra seu próximo movido pela revolta desfigura espiritualmente a si próprio e afunda os pés no pântano da dor. É preciso refletir.. O equilíbrio e a verdadeira paz são conquistas do trabalho interior e não virtudes.
Aquele que busca, encontra, mas é preciso buscar porque todos temos dentro de nós uma luz. E é preciso mantê-la acessa para iluminar a nossa existência. "COM LUZ HÁ PAZ NO CORAÇÃO.. COM LUZ EXISTE AMOR.. COM LUZ PODEMOS VIVER EM HARMONIA.. COM LUZ A VIDA É MAIS BELA.."..
- Pedro, meu amigo, o que tentas ocultar? Vejo em seus olhos uma tristeza. Que sombras turvam o vosso coração?
- Mestre, meu Senhor. Roubaram o meu manto !
- E o que pensas fazer?
- Procurarei o culpado e ele receberá severa sanção.
- Ouve, Pedro, meu querido: "EM PRIMEIRO LUGAR, PROCURA A TUA PRÓPRIA LUZ, PARA DEPOIS TE TORNARES JUIZ".
. . . .
Nesta bela lição vemos que quem não supera alguma perda, material ou afetiva, e se entrega cegamente ao sofrimento pode turvar o próprio coração. A razão disto é o apego: "CONSIDERAR PERMANENTE O QUE POR NATUREZA É TRANSITÓRIO", e assim vem a dor.. Infelizmente, há quem transforme essa dor em revolta, atraindo para si todas as sombras da negatividade, julgando as pessoas severamente, assumindo uma postura descrente e indo até contra Deus.
Mas a receita de Jesus é perfeita: "NESSES MOMENTOS É QUE DEVEMOS PROCURAR A LUZ, E NESSA LUZ ENCONTRAR O REFÚGIO IDEAL PARA AQUIETAR O CORAÇÃO." Sem luz nada é possível, a não ser estacionarmos no mesmo lugar. Com luz saberemos o que fazer e em que direção orientar os nossos passos. Aquele que avança contra seu próximo movido pela revolta desfigura espiritualmente a si próprio e afunda os pés no pântano da dor. É preciso refletir.. O equilíbrio e a verdadeira paz são conquistas do trabalho interior e não virtudes.
Aquele que busca, encontra, mas é preciso buscar porque todos temos dentro de nós uma luz. E é preciso mantê-la acessa para iluminar a nossa existência. "COM LUZ HÁ PAZ NO CORAÇÃO.. COM LUZ EXISTE AMOR.. COM LUZ PODEMOS VIVER EM HARMONIA.. COM LUZ A VIDA É MAIS BELA.."..
Marcadores:
História,
Historia de hoje,
Homem,
Luz,
Manto,
Mestre,
Moral da História
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
A LIÇÃO DO RATINHO
Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que haveria ali... Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado!
Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:
- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa !!
A galinha disse:
- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.
O rato foi até o porco e disse:
- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira !
- Desculpe-me Sr. Rato, disse o porco, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser orar. Fique tranqüilo que o Sr. Será lembrado nas minhas orações.
O rato dirigiu-se à vaca. E ela lhe disse:
- O que ? Uma ratoeira ? Por acaso estou em perigo? Acho que não!
Então o rato voltou para casa abatido, para encarar a ratoeira.
Naquela noite ouviu-se um barulho, como o da ratoeira pegando sua vítima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego. No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa.
E a cobra picou a mulher... O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre. Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal.
Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la. Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco. A mulher não melhorou e acabou morrendo. Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.
Moral da História:
Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando há uma ratoeira na casa, toda a fazenda corre risco.
O problema de um é problema de todos!
Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:
- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa !!
A galinha disse:
- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.
O rato foi até o porco e disse:
- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira !
- Desculpe-me Sr. Rato, disse o porco, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser orar. Fique tranqüilo que o Sr. Será lembrado nas minhas orações.
O rato dirigiu-se à vaca. E ela lhe disse:
- O que ? Uma ratoeira ? Por acaso estou em perigo? Acho que não!
Então o rato voltou para casa abatido, para encarar a ratoeira.
Naquela noite ouviu-se um barulho, como o da ratoeira pegando sua vítima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego. No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa.
E a cobra picou a mulher... O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre. Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal.
Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la. Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco. A mulher não melhorou e acabou morrendo. Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.
Moral da História:
Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando há uma ratoeira na casa, toda a fazenda corre risco.
O problema de um é problema de todos!
Marcadores:
História,
Historia de hoje,
Lição,
Problema,
Ratinho
















