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    terça-feira, 16 de agosto de 2011

    Cenáculo Matriz do RJ completa 12 anos




    Antigo terreno da Telerj transformou-se na sede mundial da IURD







    Parece que foi ontem. Mas este mês o Cenáculo Matriz da Igreja Universal do Reino de Deus de Del Castilho, Rio de Janeiro, está completando 12 anos de existência. A inauguração aconteceu na manhã do dia 15 de agosto de 1999, com a presença de mais de 15 mil pessoas, que testemunharam um marco na história da IURD. Por causa da imponência do templo, o Rio de Janeiro chegou a ser batizado como a ‘Cidade da Fé’.



    Naquele dia, o bispo Edir Macedo realizou quatro reuniões. Ele afirmou que, quando esteve pela primeira vez em Israel, desejou que todo o povo de Deus contemplasse a beleza física daquele local. Mas como isso não foi possível decidiu construir um templo grandioso, onde todos que nele pisassem se sentissem em Israel. “Tudo o que conquistamos foi fruto do sacrifício e do suor do povo, obreiros, pastores e bispos. Por essa razão, o esforço coletivo do Seu povo, demonstrado na prática da fé, glorifica a Deus”, afirmou o bispo.



    Para o bispo Romualdo Panceiro, o Cenáculo Matriz veio preencher um espaço extremamente importante na história das igrejas evangélicas no País e no mundo. “Hoje, é um marco para todos nós cristãos, pois temos um referencial, uma sede mundial onde pessoas de todas as partes do planeta podem se encontrar e usufruir da excelente infraestrutura. O templo foi idealizado com o intuito de refletir a grandeza de Deus”, acrescenta.



    Beleza arquitetônica



    O Cenáculo Maior ocupa uma área de mais de 42 mil metros quadrados. Seus traços futuristas complementam a obra-prima, que se assemelha a uma espaçonave.  Tem capacidade para 12 mil pessoas sentadas, sendo 11 mil na nave principal e mil na auxiliar. O complexo possui dois prédios administrativos, com oito andares cada, elevador de acesso à arquibancada, estacionamento com cinco andares, praça de alimentação, salas para exposições, cursos e seminários. O batistério é completamente diferente do que já foi visto em qualquer parte do mundo. No local, podem ser batizadas aproximadamente 50 pessoas simultaneamente. Também funciona no prédio um heliponto.



    Jailson Duque, de 43 anos, é obreiro da IURD há 18 anos (foto ao lado). Em 1999, ele foi para o recém-inaugurado Cenáculo Matriz com a missão de cuidar do Grupo Jovem. “A grandiosidade do lugar me fez enxergar as grandezas de Deus para minha vida”, conta.



    Para Jailson, o templo é o maior “hospital” do mundo. “Chegam aqui uma grande quantidade de pessoas aflitas, cheias de problemas. É muito gratificante ver os jovens que cuidamos hoje serem homens de Deus, pregando o Evangelho mundo afora”, enfatiza. 



    A corretora de imóveis Danielle Matos, de 32 anos, afirma que a construção do templo contribuiu para a valorização dos imóveis do bairro, além de proporcionar mais segurança aos moradores. “Aqui parece uma ‘Terra Santa’. Não vemos assaltos, brigas, nem violência. Temos uma paz enorme”, ressalta. 



    Danielle mora há dois anos em Del Castilho e diz que os vizinhos também falam das mudanças no bairro após a obra. “Foi o melhor lugar que escolhi para morar em minha vida. Meus vizinhos dizem que tudo aqui melhorou. Tanto que se tornou referência na zona norte do Rio de Janeiro”, elogia a corretora.


    segunda-feira, 15 de agosto de 2011

    No domingo que antecede a conclusão do Jejum de Daniel, bispo Edir Macedo fala aos cariocas sobre o valor do Espírito Santo







    Neste domingo (14), Dia dos Pais, aconteceu um encontro especial ministrado pelo bispo Edir Macedo, no Cenáculo do Espírito Santo, em Del Castilho, no Rio de Janeiro (RJ). A reunião foi realizada uma semana antes do término do Jejum de Daniel, campanha que tem como objetivo a busca e o fortalecimento do Espírito Santo.



    No encontro, ele falou sobre a importância do Espírito Santo na vida das pessoas, para que estas pudessem ser transformadas. “Quando a pessoa coloca Deus em primeiro lugar, então, obrigatoriamente, Ele vai ter que dar tudo de si. Para receber vida em abundância é preciso oferecer toda a sua vida a Ele, mas depende de cada um, é uma escolha pessoal”. E acrescentou: “A Bíblia ensina que o Senhor não nos dá o Espírito Santo por medida, nos dá por inteiro ou não dá. Ou a pessoa recebe o Espírito de Deus da mesma forma que Jesus recebeu ou não recebe. O Espírito Santo não vem pela metade, e sim por completo, 100%”, disse.



    Na oportunidade, ele orou por todos os pais e pediu que cada um, que tivesse a autoridade divina para abençoar os filhos, pensasse nos seus, a fim de que fossem abundantemente abençoados com a presença do Espírito Santo.



    No final, bispo Macedo fez uma oração, consagrando todas as crianças que se encontravam na Igreja, para que também recebessem o Espírito de Deus e fossem guardadas e protegidas de todo o mal que existe neste mundo.

    quarta-feira, 20 de abril de 2011

    Ah Que Dia! no Cenáculo do Espírito Santo - Del Castilho - Rio de Janeiro

    Dia 17 de abril de 2011 - Derramamento do Espírito Santo - Momento de alegria depois da busca. Bp Darlan dançando!!!

    segunda-feira, 18 de abril de 2011

    Perseguição: Rede Globo Liga o Assassino de Realengo ao Cristianismo


    A confusão com a tentativa de traçar o perfil de Wellington Menezes de Oliveira (foto) continua. O jovem de 24 anos fez 60 disparos com duas armas em um colégio público em Realengo, Zona Oeste do Rio de Janeiro, assassinando 12 alunos (dez meninas e dois meninos), deixou outras 10 crianças em internadas (três em estado grave) e se suicidou com um tiro na cabeça após ser baleado na perna por um policial militar.
    Parentes e vizinhos afirmam que o assassino era uma pessoa calma: “Parecia um cara legal, vivia no mundo dele. Nunca vi bebendo nem fumando, não mexia com ninguém”, afirmou Fábio, vizinho do Wellington. Segundo parentes o jovem se trancava o tempo todo em casa, passava as madrugadas na internet e não tinha amigos.

    Islamísmo

    O jovem Wellington invadiu a escola trajando uma roupa com referência islâmica, após sua morte foi encontrado em sua mochila uma carta de suicídio com instruções sobre o que as pessoas que encontrarem seu corpo deveriam fazer. Na carta fala-se em repúdio as pessoas não castas e ordem de um funeral semelhante ao realizado por suicidas radicais islâmicos. O porta-voz da Polícia Militar, Tenente Coronel Ibis Pereira, e o Comandante da 14º BPM, Coronel Djalma Beltrame, consideraram que o primeiro trecho da carta possui teor fundamentalista islâmico, em seguida a irmã de Wellington, Rosilane, confirmou a Band News a ligação do jovem com a religião: “Ele falava desse negócio de muçulmano”.
    O intrigante neste primeiro trecho é que o jovem também fala em perdão de Deus e volta de Jesus, crenças que não são ligadas ao Islamismo. Wellington frequentou a Igreja Testemunha de Jeová até sua mãe morrer, em 2010, a partir de então abandonou a denominação e se fechou ainda mais. Segundo estudos sobre o Islamismo, Jesus é um dos cinco grandes profetas e voltaria a vida na terra, assim como todos os mortos, para o julgamento final feito por Deus (Alá). Segundo o médico Rui Fernando Cruz Sampaio, especialista em psiquiatria forense, a simples confusão da carta já demonstra indícios de delírios fortes.
    Com o andar das investigações familiares, amigos e pessoas que conviviam com Wellington revelam uma transformação na vida do jovem após a morte da mãe: “Ele passou a andar de preto, veio com essa história de religião, deixou a barba crescer”, afirmou o vizinho do assassino. Já segundo outro amigo que não quis se identificar, o assassino afirmava que teria começado a frequentar uma “religião secreta”. Seu primo afirma que na época das Eleições, Wellington já estava com uma longa barba, chegando na altura do peito.
    Em recente depoimento a polícia, o sobrinho do assassino revelou que após estudar sobre os atentados de 11 de Setembro, Wellington afirmava que faria o mesmo com o Cristo Redentor.
    A Federação das Associações Muçulmanas do Brasil afirmou que o assassino não frequentava mesquitas muçulmana no Rio de Janeiro.

    Cristianismo e a Globo

    Na manchete que ficou poucos minutos no ar na primeira página do portal G1 no fim desta sexta, a Globo afirma explicar o conteúdo religioso da carta. Apesar da matéria começar afirmando que “os especialistas preferem não fazer relações entre o que foi escrito e referências encontradas na Bíblia e em doutrinas religiosas”, o texto em seguida diz que a carta possui relação ao Judaísmo e ao Cristianismo.
    Os especialistas ouvidos foram o teologo católico Leonardo Boff e o Professor Eulálio Figueira, coordenador do curso de especialização em Ciência da Religião da Pontifícia Universidade Católica.
    Para Boff o assassino era maniqueísta, ou seja, cria em uma filosofia religiosa básica que divide o mundo entre bem ou mal. Segundo o Teólogo o jovem “justapõe muitos elementos das religiões que estão no mercado. É um brasileiro sincrético. (…) E dentro do cristianismo, há grupos maniqueístas”, afirma o teólogo que completa: “Ele só quer a pureza absoluta. É claro que ele se filia a essa corrente que é antiquíssima. Santo Agostinho foi durante muito tempo maniqueísta”. Já Eulácio afirma que a carta é “resultado de um imaginário coletivo religioso”.
    Em seguida a matéria deixa um pouco de lado os especialistas católicos e fala sobre o pedido de sepultamento do jovem, o texto afirma que a descrição do funeral lembraria as orientações de funerais judaicos e que o Novo Testamento relata Jesus sendo sepultado em um lençol branco, assim como pediu o jovem, porém, a matéria não fala que no judaísmo é proibido orar pelos mortos, como o jovem pediu. O funeral da crença Islâmica e a Judaica são parecidos, mas além da proibição da oração pelos mortos, os muçulmanos pedem para que após sua morte, no momento da preparação para o sepultamento, se um “impuro” for tocar em seu corpo que use luvas, outro pedido de Wellington na carta.
    Outro fato tido como estranho foi a forma de publicação da entrevista dada ao vivo para a BandNews pela irmã do assassino. Nas matérias do G1 todo o contexto é retirado e apenas uma frase é publicada: “Ele falava desse negócio de religião”, sendo que frase a original amplamente divulgada pela Band e diversos portais de notícias brasileiros é “Ele falava desse negócio de muçulmano”.

    Carta Suicída

    O jornal O Dia comparou a carta suicida de Welligton com outras de outros suicidas mortos em atentados islâmicos radicais e percebeu alta semelhança entre as cartas, principalmente com a divulgada do terrorista Mohammed Atta que morreu nos atentados de 11 de setembro.
    Nas cartas é possível ver referências a Deus, repúdio a “impuros”, listas de pedidos após sua morte e distribuição de suas posses por quem precisa. Inclusive a especificação de funeral são praticamente as mesmas: ambos pediram uma pessoa da mesma crença para sepulta-lo, oração para que suba aos céus e luvas para quem tocar em partes “impuras”. A íntegra da carta é facilmente encontrada na internet.
    Desde de o acontecimento são encontrados vários indícios de conteúdos religiosos no caso, mas a confirmação que se tem é que Wellington sofria problemas mentais, tinha histórico de esquizofrenia na família e era sociopata.
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