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sexta-feira, 4 de novembro de 2011
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Jovem conta que perdeu os pais na infância, envolveu-se com o tráfico de drogas, mas conquistou uma vida transformada através da IURD
“Quando estava entre os 4 e 5 anos de idade, minha mãe alugou um espaço em nosso quintal, para ser a casa dos encostos. Assim, desde pequena me via envolvida com eles. Por conta disso, eu era uma criança totalmente perturbada. Eu via o diabo sempre em meus sonhos. Fui até levada ao psiquiatra.”
Adriana conta que seus pais expulsaram a mãe de encosto após uma briga que tiveram. “Naquela mesma semana, minha mãe morreu vitimada por um derrame cerebral. Meu pai, por sua vez, foi definhando até morrer”, recordou-se.
Após a morte dos pais, Adriana e sua irmã Solange, na época com 6 e 10 anos, respectivamente, foram morar com uma tia, mas, para piorar o sofrimento, o tio abusava sexualmente delas. “Não contamos para nossa tia porque não tínhamos para onde ir. Minha irmã sofreu ainda mais, pois, além de tudo, tinha que fazer todas as tarefas de casa no lugar da minha tia. Meus tios eram religiosos, todos os domingos nós íamos à missa”, disparou a bancária.
O tempo passou e nada mudou na vida de Adriana (foto ao lado). Ela começou a buscar nas noitadas coisas que a fizesse esquecer a amargura em que vivia. “Eu cresci uma pessoa muito vazia, saía todos os dias tentando preencher esse vazio. Ia para baladas, traficava drogas e me prostituía. Na verdade, eu queria uma vida de glamour. Minha irmã chegou a dizer que tinha nojo de mim, pois eu havia me tornado uma pessoa insuportável”, contou.
“Quando cheguei à igreja, eu estava desenvolvendo sintomas de depressão. Já havia tentado o suicídio, tomado vários remédios. Na primeira vez que entrei na IURD, uma moça me deu uma Bíblia e eu já percebi a diferença. Vi amor nas pessoas, coisa que não tinha no mundo”, enfatizou a jovem.
Durante o programa, bispo Macedo perguntou à jovem se foi fácil receber o Espírito Santo. “Não, bispo”, respondeu. “A pessoa tem que querer e tomar atitude. Tive que arrancar o sentimento para ter a minha salvação. Só depois de dois anos buscando, lutando que recebi o selo com o Espírito Santo”, destacou Adriana.
Hoje, com a vida completamente transformada e uma conduta exemplar, Adriana afirma que conquistou o amor e o carinho da irmã e o respeito de seus familiares. “Eu tinha vergonha dela. Ela se orgulhava de coisas que eu repudiava. Hoje, ela se comporta de forma decente. Eu não tinha família, mas, agora, eu posso falar que tenho uma irmã que me ajuda espiritualmente”, contou a irmã Solange Fernandes (foto acima).
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Essa foi uma das orientações deixadas pelo Bispo Macedo, durante programa da IURD TV, desta terça-feira (16)
E ainda continuou: “Porque Ele não pode impor nada ao ser humano; mas Ele diz: ‘vai por esse caminho que vai alcançar e ter uma vida nova’. Se não der ouvido ao Meu conselho, não poderei fazer nada. Porém, se você ouvir e atentar para as Minhas Palavras, e Minhas Ideias, (referindo se as Palavras do Senhor Jesus), você vai arrebentar!”, exclamou, ainda enfatizando: “Do contrário, se não obedecer a Voz de Deus, você vai se arrebentar”.
Mais uma vez a jovem Bárbara Oliveira, conhecida no passado “como a princesinha do pó”, voltou para testemunhar, dessa vez ao lado da amiga, que antes era uma ferrenha adversária. Trata-se de Vanessa de Oliveira que testemunhou a mudança na vida de Bárbara e na dela também (foto ao lado).
Na época as duas andavam armadas. Segundo Bárbara o motivo se dava por conta do medo de Vanessa lhe matar. Haja vista que as duas viveram algo em comum: eram mulheres de traficantes.
De acordo com Bárbara, todos os traficantes a almejavam como mulher; e isso fazia com que ela atraísse muitos homens, por causa da beleza que já na época chamava muita atenção. As mulheres dos traficantes ficavam enciumadas por causa de Bárbara. “Elas tinham muito ciúme de mim, e uma delas foi a Vanessa”, recordou.
Vanessa que sofreu demasiadamente por ter vivido ainda adolescente no mundo do tráfico, e por ser também mulher de um deles disse que, no tráfico, há uma hierarquia; os homens não podem encarar a mulher do traficante. “A mulher de bandido tem que se impor e a Bárbara chamava atenção; ela não se controlava, pois saía e se prostituía com qualquer um, por conta disso eu sentia um ódio mortal dela. Todos os bandidos tinham suas respectivas mulheres. Mas a Bárbara era a menininha dos olhos dos traficantes por ser muito bonita, todos queriam ficar com ela, inclusive o meu companheiro”, relembrou.
“Era matar ou morrer!”, diz Vanessa, que chegou a apanhar o dia todo por conta do ciúme doentio do amor bandido. Nesse mesmo dia, levou dois tiros de raspões nas pernas.
Mas isso teve um fim. Quando ambas decidiram se entregar e conhecer a Deus. Hoje, as duas são bem casadas e desfrutam de uma vida de qualidade. Atualmente Vanessa é obreira e Bárbara esposa de pastor.
sexta-feira, 15 de julho de 2011
"Eu odiava o bispo Macedo e a Igreja Universal do Reino de Deus"
A programação da IURD TV (www.arcauniversal.com/iurdtv), desta última quinta-feira (14), apresentado pelo bispo Edir Macedo e o pastor Marcelo Moraes, teve com tema a família. Na ocasião, César Sousa e Aline Moreira Sousa relataram a todos os ouvintes os problemas conjugais que vivenciaram antes de chegar ao Cenáculo do Espírito Santo.
Após se casar, Aline conta que viveu momentos de terror, pois César era um homem violento e estúpido. "Ele dizia que tinha Deus com ele, porque era uma pessoa forte. Ele chegou até a passar com outras mulheres na minha frente. E mesmo sabendo do temperamento dele, o enfrentava, correndo o risco de apanhar e até morrer", relata. Aline engravidou e a situação entre o casal piorou, pois mesmo estando gestante o marido não a respeitava.
Durante o depoimento, ele cita um episódio que ficou marcado na vida dele. "Um dia, depois que ela voltava de um culto, eu a coloquei para fora e fiz com que ela dormisse na rua, coberta com o jornal da Igreja. Mas, mesmo agindo assim, eu não entendia o comportamento dela, ela me tratava bem, preparava comida, arrumava minhas roupas, ela havia mudado completamente", destaca.
Mesmo com a mudança da esposa, ele não se conformava com o fato dela permanecer firme na fé em Jesus, mesmo ele a espancando e a maltratando. "Por várias vezes, eu fui à Igreja armado para tentar matar o pastor, pois sentia um ódio muito grande da IURD e do bispo Macedo. Cheguei ao ponto de ir à Bahia realizar uma obra de feitiçaria para matar o bispo, mas para minha surpresa, 3 dias depois, quem morreu foi a autora do feitiço", declara.
Após o nascimento do filho do casal eles se separaram e Aline foi morar com a mãe. Mesmo em uma situação crítica, revoltada com a destruição do casamento, ela resolveu se lançar na fé da Fogueira Santa e, para cumprir o voto, chegou a varrer calçadas, pegar latinhas e papelões no lixo para vender e gerar o sacrifício. "Tudo que eu fiz foi consciente e de livre espontânea vontade. Pois sabia que aquele dinheiro que havia juntado não resolveria meu problema, foi tudo ou nada”, enfatiza.
No dia de cumprir o voto, Aline estava passando pelo altar da Igreja, quando César, em casa, ouviu um barulho na cozinha. "O meu irmão veio correndo me dizer que minha mãe estava dominada por um bicho. Imediatamente, peguei a arma e fui até ela. Eu me arrepiei todo, quando a vi manifestada e o mal disse que ia me matar, mas só não o fez por causa da atitude de fé da minha esposa, que estava naquele momento sacrificando para Deus em prol do nosso relacionamento", afirma.
Foi após esse episódio que César se consientizou que havia realmente um mal na vida dele e decidiu buscar ajuda em Deus. "Quando o pastor me viu entrar no templo, logo correu porque eu sempre ia atrás dele armado para tentar matá-lo, mas eu o impedi e disse que não estava lá para isso, mas sim para assistir a reunião. Quando o pastor orou eu senti um alívio na alma e saí de lá outra pessoa."
Hoje, César, que antes odiava a IURD e todos os pastores, é um pastor da Igreja Universal do Reino de Deus e convida aos que vivem na mesma situação que um dia ele viveu a buscar ajuda divina. "Hoje eu não tenho mais tristeza, angústia e aquela agressividade, pelo contrário, vivo feliz com minha esposa e tenho paz, graças a Deus", finaliza.







