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    segunda-feira, 25 de abril de 2011

    Pequenas atitudes dos homens que agradam as mulheres

    São coisas simples, mas que a ala masculina, aos poucos, tem esquecido

    Em uma reunião de pauta, caiu em cima de mim o seguinte assunto: "Pequenas atitudes dos homens que agradam as mulheres". Simples, não é? Vai nessa.
    Vieram-me à mente vários clichês e estereótipos sobre as diferenças entre os sexos:
    - É mais fácil aprender grego em braile, com um professor mudo japonês, do que entender cabeça de mulher.
    - O "não" feminino pode dizer "sim", "talvez" e algumas vezes até "não" mesmo (mas o difícil é saber quem é quem nessa história).
    - A incrível e inexplicável relação TPM/chocolate.
    - Por que raios elas querem que os homens descrevam seu dia de trabalho tintim por tintim?
    - Homens são de Marte, mulheres são de Vênus.
    - Por que cargas d`água várias bolsas ao invés de uma só?
    - Por que um homem consegue sobreviver com três pares de sapato e uma mulher precisa alugar outro apartamento para guardar os seus?
    E por aí afora.
    Mas é claro que, brincadeiras à parte, nós, "marcianos", podemos, com pequenas atitudes no dia a dia, tornar a convivência macho-fêmea mais tolerável e aprazível. E, cá entre nós, não falo só do caso de "ganhar pontos" com a "patroa", mas de realmente nos importarmos com o bem-estar de nossas pretendentes, namoradas, noivas, esposas. "Pequenas coisas pontuais fazem com que a mulher se sinta o centro das atenções; e elas geralmente precisam disso", considera a terapeuta de casais Marina Vasconcellos, que, além de ser do sexo feminino, é psicóloga com especialização em Psicodrama Terapêutico pelo Instituto Sedes Sapientiae, psicodramatista didata pela Federação Brasileira de Psicodrama (FEBRAP) e terapeuta familiar e de casais pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Repasso a vocês os conselhos da mulher por trás dos títulos:
    Conquistar sempre 
    Marina diz que os homens podem cometer um grande erro quando estão paquerando ou namorando. "Nesse período, eles se perfumam, sempre andam arrumadinhos, cuidam bem do corpo. E eu não vou mentir: mulher adora um homem cheiroso e bem vestido", diz a terapeuta. Só que aí vem o "porém" da história: "Depois que casam, inconscientemente, acham que `já que ela já está aqui, posso relaxar`, e deixam tudo o que agradava a mulher de lado. Desleixam-se do visual, não se cuidam mais e tornam-se menos desejáveis. É claro que entra a figura do amor, a mulher não vai deixar de amar por causa disso, mas não custa nada se cuidar para ela como fazia antes, não é?"
    Respeitar o “tempo” da parceira
    "O homem tem que se lembrar de que o tempo dele é diferente do da mulher. O timing com que ela conduz as coisas é outro." Explica Marina, que, sim, está falando de sexo, mas é claro que isso de respeitar o tempo se estende para muitos outros assuntos. "O sexo foi feito para ser algo muito bom entre o casal, Mas fica complicado se um não respeita o tempo e os limites do outro. É aquela velha brincadeira de que `mulher é forno, homem é fogão`: a mulher precisa de aquecimento, já no homem é tudo mais instantâneo."
    A terapeuta de casais traça um quadro interessante, mas que, sabe-se lá o porquê, foge à percepção de muita gente. Conta que quando o casal namora, há aquela saudade, e nós já encontramos a parceira no ápice da falta que sentimos dela. Já casados, vendo a pessoa quase sempre, é necessário o período de aquecimento para o desejo vir, ou então um longo tempo sem sexo para ele aflorar. "Fora isso, com o tempo vão chegando os filhos, o trabalho aumenta, as responsabilidades também, e o sexo vai ficando em segundo plano, pois as prioridades mudam", destaca, e dá uma dica bem bacana: "Se o homem se preocupa com o prazer da mulher de quem gosta, os danos à vida sexual diminuem muito, pois o casal tenta se renovar sempre. É a velha figura de `manter a chama acesa`." Falando em tempo, lembrar datas importantes para o casal faz bem.
    Saber ouvir 
    A psicóloga indica algo que parece óbvio, mas precisa mesmo ser mais exercitado: "O sexo masculino tem que estar mais aberto a conversas. Discutir a relação (DR) mesmo. O homem tende a levar para o lado da crítica e acha que a mulher está dizendo que ele faz tudo errado, quando não é nada disso. Ele não deve ver aquilo como crítica, mas apenas como um pedido. Não há nada de que precise se defender, saindo emburrado, sem conversar."
    Sim, mas como isso de DR requer duas pessoas, como as moças podem nos ajudar? "A mulher também tem que saber o momento certo de conversar. Ela que não seja boba de querer falar do assunto quando os dois estão dentro do carro indo a um jantar, a uma festa, ao cinema. E que não seja tola de querer conversar quando ele chega cansado em casa após um dia cheio no trabalho, esteja vendo seu futebol ou sua corrida na tevê". Marina ainda orienta: "A conversa tem que ser em um lugar privado, sem a presença de terceiros e com tempo de sobra. Nada deve ser deixado em aberto. Devem discutir tudo, civilizadamente, até o fim."
    E a terapeuta dá mais uma dica interessante às mulheres: "Nunca deixe ele pensar que está sendo acusado de algo, dizendo coisas como `você fez isso`, `você faz aquilo`. Coloque-se na primeira pessoa: `Eu sinto que isso está nos atrapalhando`; `Eu tenho ficado triste com`; ‘Estou incomodada com’; e por aí afora. Faça com que ele sinta o que causa em você com as atitudes dele, mas sem fazer drama ou chantagem emocional.”
    Gentileza 
    Bem dizia o célebre andarilho carioca que pintava inteligências nos muros: “Gentileza gera gentileza.” Marina defende atitudes que estão saindo de moda, mas que sempre fazem bem: “Coisas simples, como abrir a porta do carro para ela, dar passagem, segurar a porta do elevador. Por mais que as mulheres sejam independentes hoje em dia, a maioria aprecia demais esse tipo de iniciativa.”
    E chega a hora do assunto polêmico: quem paga a conta? “Ele pagar a conta em um encontro também é uma gentileza muito apreciada. Mas é claro que isso é muito relativo, muda de casal para casal. Uns preferem rachar o valor, por exemplo.”
    Outra atitude gentil é ser pontual. “A impaciência pela espera em um compromisso pode tirar muito da beleza do encontro”, diz a psicóloga. Mas é claro que vale a pena as mulheres serem pontuais também.
    Perdidos no shopping
    “Sem essa de querer que ele te acompanhe no shopping”, explica Marina às mulheres. “A cabeça do homem e a da mulher funcionam de maneira muito diferente na hora das compras. Aí é ela quem tem que respeitar o tempo dele. Perguntem mesmo um ao outro, abram o jogo. É bem melhor marcar de ele pegá-la do que fazê-lo te acompanhar o dia inteiro de cara amarrada. O mesmo vale para você, no caso de acompanhá-lo a um lugar só para agradá-lo. Conversem francamente.”
    Família é para os dois 
     “Já era o tempo em que o pai saía para trabalhar e a mãe cuidava de tudo em relação aos filhos e a casa. A mulher sente muito mais firmeza em um marido que ajuda no que for necessário. Sabe que pode contar com ele e não se sente sobrecarregada. É interessante que, mesmo com as mulheres trabalhando fora, muito a gente ainda ache que certas atribuições cabem somente a elas e não a eles. Aí vem aquela conversa de ‘jornada tripla’ feminina, em que ela tem que ser no mesmo dia profissional (fora ou dentro de casa), esposa e mãe”, destaca a psicóloga.
    Presentes, lembrancinhas, agrados
    “Outra coisa de que muitos se esquecem é de presentear a companheira como faziam no início do relacionamento, estejam eles namorando, noivos ou mesmo casados. Claro que grandes presentes deixam muita gente feliz, mas procure mostrar com pequenas coisas no dia a dia que você se lembrou dela: uma flor que comprou na rua, um doce bonitinho, uma roupa interessante, um perfume. Até um bilhetinho”, aconselha Marina, colocando que carinhos são presentes que podemos dar todos os dias. “Mas convém não ser grudento, exagerado”, diz ela.
    Capricho
    Homem que é homem não tem de ser grosseiro e esculachado. Limpeza e organização ainda fazem bem para a saúde. “Mulher se rende a um homem organizado, que cuida do seu cantinho ou, no caso, do cantinho dos dois, sem bagunçar. Sei que há muita mulher relaxada também, mas a maioria curte um homem que se organiza”, informa Marina, acrescentando que lugar de homem também é na cozinha: “Homem que cozinha bem, então, ganha pontos com as mulheres de uma forma que nem imagina. Principalmente se tem a ótima ideia de fazer algo gostoso para ela, um jantar especial, mesmo que sejam receitas simples”, diz a especialista.
    Feedback: a velha e boa troca
    Após estas considerações acerca do que os homens podem melhorar em relação às mulheres, Marina Vasconcellos - que foi uma grande companheira nessa matéria que inadvertidamente veio a mim - fala algo que parece bastante justo: “De nada adianta um homem se esforçar para agradar uma mulher que não reconhece o que ele faz. É fundamental para ele que se sinta admirado por isso.”




    sexta-feira, 8 de abril de 2011

    7 Sintomas de uma pessoa vazia


    A inspiração que tive quando escrevi sobre estes sintomas foi de demonstrar a todos os internautas o quanto é necessário a Presença de Deus nas suas vidas. Afinal, o Espírito Santo é o bem maior que uma pessoa pode possuir. Sem Ele…

    1. Sente-se sempre só
    A sua vida é sem forma e vazia. Isto é, sem nenhuma realização pessoal e vazia de objectivos. Vazia de amor, de alegria, de sonhos e até de fé. Mas, sobrecarregada de depressão, mágoas, rancores, ódio, desejo de vingança, vícios, pensamentos negativos, etc.

    2. Procura encher-se de conhecimentos fúteis
    O seu foco são as fofocas. É a atriz que trai o namorado, o ator que foi detido por consumo de drogas, o vizinho que abandonou a família… A vida dos outros é sempre mais interessante do que a sua e a desgraça dos outros traz-lhe alento. Simplesmente, porque ignora o facto da existência da mais pura e perfeita forma, Deus.

    3. Associa a sua insegurança à falta de bens materiais
    A ambição pelo poder e pela aquisição de bens materiais é uma forma de compensar o sentimento de vazio. No entanto, esse impulso para o poder e essa necessidade de querer ter mais é uma consequência do sentimento de inferioridade e da sensação de desamparo, fragilidade e impotência.

    4. Preocupa-se mais com o exterior do que com o interior
    É de suma importância que o vizinho o/a veja a passar com um carro novo e que a amiga o/a veja com uma roupa de marca famosa, enfim, preocupa-se mais com a sua reputação, dinheiro, beleza, conhecimentos gerais, inteligência, com o que os outros pensam e esperam de si do que com a sua consciência, do que o que Deus pensa e espera dela.

    5. Tem medo da velhice
    Envelhecer significa a aproximação da morte, o fim da existência, aonde tudo termina e não tem mais volta. O horror que sente pelo envelhecimento é o medo de morrer, de se tornar tão repugnante quanto o outro que fica cego, surdo, ‘gagá’, etc. Teme o destino da sua alma, pois não tem a certeza da Vida Eterna.

    6.  Precisa do reconhecimento dos outros e de elogios
    Não valoriza aquilo que tem de bom em si mesmo/a, o que é sinal de baixa auto-estima, pouco amor próprio e nenhum reconhecimento das suas qualidades. Por isso, precisa do reconhecimento dos outros e de elogios para se sentir realizado/a e admirado/a. Espera ganhar um elogio que lhe concede fama e lhe traga prazer.

    7.  É temperamental, emocional e possessivo/a
    Fala demais, gosta de intimidar os outros, trata o próximo com grossura inoportuna, prepotência, interrompe a conversa querendo demonstrar que é o dono da razão e da verdade absoluta ou sente-se melhor do que os outros.

    sexta-feira, 18 de março de 2011

    Qual é a idade certa para começa a namorar?

    É um pouco complicado explicar namoro para um adolescente evangélico nos dias de hoje, mas espero que você tenham paciência para ler minha orientação, uma visão minha sobre tudo isso. Vou contar histórinha dos meus avós.

    Antigamente, digo, fora da igreja, as moças só namoravam com rapazes mais velhos, solteiros e que trabalhavam ou eram bem sustentado pelos pais ricos.

    Se você perguntar as pessoas de mais idade, principalmente os do interior do Brasil podem afirmar isso. E por quê? Era bonito e correto para um homem ou para família dele, que se casasse com uma menina de família, ou seja, uma menina prendada, que foi ensinada pelos pais que ela deveria ser uma boa esposa e cuidar bem dos seus filhos, que foi ensinada como cozinhar, passar, costurar e principalmente que fosse virgem. Se não fosse virgem, ela era chamada de desonrada, por que a honra de um pai de menina era a sua virgindade.

    Para isso os pais arranjavam os casamentos. O pai do moço, procurava uma moça bonita, prendada e virgem de família de nome ou digna e o mesmo fazia o pai da moça, procurava um rapaz digno de ter a filha dele também. Isso não era um modo de pensar mundano e sim, uma tradição católica de bons costumes (algo com que o catolicismo fez). O namoro era para o casamento e ficava feio uma jovem namorar, noivar e terminar o noivado, a família da noiva ficar manchada, queimada.

    Os anos foram se passando e mundo conquistando a tão sonhada liberdade… de pensamento e sexual.

    Mas e dentro da igreja? Como seria o namoro e casamento?

    Faz muitos anos que a cultura secular, ou cultura do mundo, vem entrando na igreja, seja pela juventude ou pelos líderes modernos, televisão, rádio e até algumas atitudes e visões, começaram a ser visto e revisto como algo bom ou aceitável.

    O correto para a juventude Cristã é que o namoro fosse de Deus, ou seja, por mais que se goste de alguém, o jovem deve pedir orientações a Deus, para que se confirmasse aquele namoro, além das orientações do pastor de sua igreja.

    Por que assim como nos tempos antigos, se uma jovem cristã, namora com mais de um rapaz, ela se queima, fica mal falada, mostra que ela não é mulher de Deus pra homem nenhum entende? O mesmo pode acontecer com um rapaz que namora com mais de uma jovem na igreja, mostra também que não quer compromisso nem com menina nenhuma e nem com Deus.

    Na igreja, como nos tempos de nossos avós, namoro é pra casamento. Não se namora pra ver se vai dar certo, ou “fica” com um hoje e não gosta e daqui há 3 meses “fica” com outro… pois o “ficar” é o mesmo que namoro sem compromisso e para o Cristão, o namoro é o compromisso de um para com o outro, além do compromisso com Deus e casamento.

    Um adolescente de 13, 14, 15 anos terá esse mesma sabedoria pra entender isso? Um adolescente de 15 anos já tem maturidade o suficiente para saber resolver os problemas de casal? E a casa para o casamento? E o custo de um casório? e a vida espiritual de casal? existem diversas coisas no aspecto cristão que deve ser observado antes de casar.

    Para o Cristão, o casamento tem que ser de Deus, abençoado por Ele. E nos dias de hoje, os pais não preparam seus filhos para o casamento, para cuidar da casa e nem dos filhos que ainda virão.

    Um adolescente, que vive com os pais, que ainda estudam, não tem idéia de “sustento” para sua vida, ainda mais sustento para uma casa. E ainda, no início da puberdade, dos desejos sexuais a flor da pele, sem orientação de Deus, a carne vai sempre falar mais alto que o Espírito e vão experimentar algo que era pra curtir após o casamento, ou seja, o ato sexual fora do seu tempo, que pode trazer malefícios, pois a adolescente ainda não está totalmente formada internamente; Com a grande possibilidade de gravidez, a má orientação dos colegas que ensinam a tomar remédios para evitar filhos sem a orientação dos pais, caraca… tem tanta coisa que pode acontecer quando um adolescente não quer deixar o tempo de Deus em sua vida que ficaria mais que extenso esse texto.

    É PROIBIDO O NAMORO PARA O ADOLESCENTE CRISTÃO, ENQUANTO NÃO CHEGAR A MAIORIDADE OU DISCERNIMENTO PARA A QUESTÃO. DEIXE A SUA OPINIÃO!

    terça-feira, 10 de agosto de 2010

    O papel de cada um na família

    O PAPEL PRINCIPAL DA ESPOSA

    Lembrando: Quando falamos em ‘papel principal’ não queremos dizer que é único nem exclusivo. Assim como hoje em dia muitas mulheres tem saído ao trabalho e ajudado o marido no ganha-pão da família, também muitos homens tem cooperado nas tarefas de casa que outrora eram quase que exclusivas a mulher.

    Mas isso não diminui o fato de que ambos continuam tendo um papel principal. Enquanto que o do homem é ser o provedor da família, o da mulher é ser a que cuida do bem estar da família.

    É a mulher, portanto, que normalmente se certifica da boa nutrição da família, das suas roupas, do seu bem-estar emocional, e da sua saúde. A natureza feminina, que é muito mais sensível aos detalhes e às necessidades físicas dos seus, a torna muito mais capacitada de cumprir o papel de esposa e mãe.

    É um fato comprovado, por exemplo, que o casamento faz bem à saúde. Homens bem casados chegam a viver de 4 a 5 anos mais do que homens que não tem ou tiveram uma mulher ao seu lado, especialmente nos últimos anos de sua vida. É a mulher que nota logo quando há alguma coisa errada com a saúde do marido ou filhos.

    Dentro do seu papel principal, a mulher é a que promove a paz no lar. Ela é a reconciliadora, apaziguadora, organizadora – enfim, ela faz com que o lar seja um lugar de paz. Quando a mulher não é sábia, ela causa um desequilíbrio nesse ambiente através de contendas, acusações, e falta de atenção ao marido e filhos.

    Se o seu marido não tem tido prazer de estar em casa, isso pode ser um sinal de que você tem falhado nesse papel (pois a reação do homem é evitar o ambiente onde ele não se sente em paz.)

    O marido sábio, por sua vez, reconhece e valoriza a esposa que tem e cuida dela pois sabe o quanto precisa dessa auxiliadora a seu lado.
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