domingo, 30 de outubro de 2011

    Quais os sentimentos que impedem as pessoas de sacrificar?


    Dúvida: suspeita, incerteza ou hesitação, a dúvida é um estado de espírito em que a pessoa está descrente da possibilidade de chegar à certeza. Muitos duvidam de si mesmos, mas a pior dúvida que pode surgir é a direcionada para a eficácia do poder de Deus, é essa que impede que a pessoa se disponha a sacrificar.

    Egoísmo: cada um de nós tem um sonho que o acompanha. Uns vivem para o esconder e outros não se importam até de morrer para o ver concretizado. O sonho sufocado é uma das maiores frustrações humanas e contrárias à sua própria natureza. Deus deu o sonho para que a pessoa, através do sacrifício, viesse conquistar. Porém, muitos só pensam em si mesmos e no quanto esse ato iria exigir de si, por isso, não se dispõem a sacrificar.

    Separação: um grupo é um conjunto de pessoas que constitui um todo ou uma unidade. Partilham algo em comum, algo que as une. Quando uma pessoa se coloca à margem do grupo e isola-se, é porque ela não compartilha, no caso, da mesma fé. Este aco acaba por fazê-la separar-se dos demais e, em última instância, leva-a à falta de disposição para sacrificar.

    Culpa: não existe algo para lutar; a vida até está estabilizada; os problemas que existem são os “normais” do dia a dia… na verdade, existe sempre algo ou alguém a quem procuramos atribuir culpa quando queremos justificar a nossa falta de atitude. Quando a pessoa não se  dispõe  em sacrificar, rapidamente atribui e distribui culpas, sendo ela própria a única “inocente” na história.

    Ultimo: uma das maiores desculpas invocadas pelas pessoas que não querem se comprometer a sacrificar é que elas ficam sempre por último. Como infelizes e castigadas pela vida que são, defendem-se sempre alegando a sua ausência de oportunidades, algo que culmina no seu infortúnio constante. Não sacrificam, porque a vida nunca lhes permite.

    Lástima: existem pessoas que tentam superar os pequenos obstáculos da vida tentando despertar a pena de terceiros. A pessoa conta sempre a sua história como se tratasse de uma vítima constante da vida, porque quer que o pastor e os outros entendam a sua situação e tenham pena de si; por isso, enquanto esta sua postura surtir efeito, nunca se predisporá a sacrificar.

    Pobreza: pior do que a pobreza ou miséria física é a pessoa que apresenta uma pobreza de espírito. Este tipo de pobreza não nasce com a pessoa, mas vai-se desenvolvendo à medida que ela vai deixando de viver a sua fé e, por isso, torna-se cada vez mais pobre, revelando uma indisponibilidade crescente para sacrificar. Quanto mais pobre de espírito, menos disposta para sacrificar estará a pessoa!

    Aparências: quem se preocupa com o que os outros irão pensar ou falar de si vive de aparências! E viver deste modo é pior do que viver sob um regime ditatorial, já que o primeiro é autoimposto. Por isso, sacrificar ou não acaba por não ser um ato individual; mas, sim, um ato subjugado ao escrutínio dos outros. E quem sabe que irá ser alvo de crítica, não se dispõe a sacrificar.

    Solidão: uma pessoa que quer resolver o seu problema sozinha, a sua maneira, para muitos é uma demonstração de força ou de independência. Contudo, ao fazer isso, a pessoa também está dizendo que não precisa de mais ninguém, inclusive de Deus, por isso, não se dispõe a sacrificar.

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